Convidá-la

Safer L.A.: What you need to know. On March 19, Mayor Eric Garcetti issued the 'Safer at Home' Emergency Order, calling on Angelenos to stay in their residences and limit all activities outside their homes beyond what was absolutely necessary for essential tasks.On June 1, that order was replaced by the “Safer L.A.” Emergency Order.You can read more about the roadmap guiding the City’s ... As of 8:00pm 9/11/2020 * Case and death numbers include cases associated with Correctional Facility Outbreaks located in the City/Community. Due to reporting delays numbers may not align with outbreak investigation counts presented for Correctional Facilities on the list of Los Angeles Residential Congregate Settings with One or More Positive COVID-19 Cases. Se cumpre algum ou todos estes requisitos, gostaríamos de convidá-la(o) a participar neste estudo de investigação académica. Antes de decidir se quer ou não participar, é importante para si que compreenda o motivo da realização deste estudo o modo como a informação que fornece será utilizada e o que é que o estudo envolve. LPeU > artigo > Convidá-lo 'a' ou convidá-lo 'para'?. 25-05-2013.. Este artigo, Convidá-lo 'a' ou convidá-lo 'para'?, é de autoria de Gloria Galli e está disponível publicamente com a licença Creative Commons / Atribuição-CompartilhaIgual 3.0 Brasil.Para copiar ou divulgar nos termos desta licença, copie este bloco de texto. . Aproveito para convidá-la a “seguir” o blog Português sem Mistério. Dessa forma, você será avisada por e-mail quando eu publicar um texto novo. Abraço, Betty. Curtir Curtir. Betty Vibranovski disse: 4 de julho de 2018 às 16:27 Olá, Amanda. Frases corretas: 1- Nós vamos casar! Juntamente com nossos pais, o convidamos para celebrar ... Real-time Coronavirus (Covid-19) updates and resources from Governor John Bel Edwards and the state of Louisiana. Housing for people experiencing homelessness Click here to learn more Housing for people experiencing homelessness Click here to learn more COVID-19 Testing All LA County residents who want a test should first call their Primary Care Provider or Healthcare Center to get a test. A curfew for all of Los Angeles County is in effect from 9:00 PM to 5:00 AM…Un toque de queda está en efecto en todo el Condado de Los Ángeles desde las 9:00 p.m. hasta las 5:00 a.m. COVID-19 is a respiratory illness that typically causes mild to moderate illness, like the common cold, but can lead to dangerous complications. The Louisiana Department of Health protects and promotes health and ensures access to medical, preventive and rehabilitative services for all citizens of the State of Louisiana.

KAREN E CARLS, UMA DUPLA DE DAR PENA.

2020.08.18 20:21 MissGatinha KAREN E CARLS, UMA DUPLA DE DAR PENA.

Olá Luba, editores, turma que está a ver, papelões, jebas, gatas e possível convidado.
Bem, a alguns anos conheci Karen. Gostávamos de jogos e nos dávamos bem, sempre levava ela para festas, pizzaria, cinema, ela vinha dormir na minha casa, sempre dividia tudo com ela. Meus pais nunca gostaram muito da nossa amizade, diziam que ela tinha inveja de mim, pois se ela por exemplo, pedisse refri e depois eu pedisse suco, ela pedia para trocar por suco, além de outras coisas. Já da parte dela, ela nunca queria que eu brincasse com as outras garotas, sempre queria que eu ficasse grudada com ela e eu tinha que brincar do que ela mandava.
Porém com o passar dos anos nossos gostos mudaram, ela brigava e me atacava por coisas bestas e eu já não a considerava tanto como uma amiga, tentava evitá-la. Ela fazia coisas estúpidas, ria forçado de coisas estranhas, ela fez uma amiga chamada Carls, me lembro delas fazerem piadas de mim, me mandarem pro inferno, desejarem a minha morte, e me chutarem. Elas me humilhavam e tiravam sarro de mim. Segundo elas era só uma "brincadeira". Eu tentava não ligar, fazia de tudo para agradá-las, tentar ser amigas, nunca gostei de encrenca.
Enfim, sempre tinha uma garota que andava com Carls, parecia comigo, ela sempre agradava Carls mesmo recebendo comentários cruéis em troca. Certa vez puxei um papo com ela e tínhamos muito em comum, viramos melhores amigas, diferente da Karen, Júlia me levava a sério, me respeitava e me tratava como uma amiga.
Depois de alguns meses entramos em quarentena, porém a Júlia ia fazer aniversário, só que por causa da quarentena, a cidade da tia dela (local onde ela iria comemorar) foi totalmente interditada. Ela ia passar o aniversário sozinha. Por mais que não fosse o indicado, resolvi convidá-la para dormir na minha casa. Conversamos com a mãe dela, tomamos todas as precauções possíveis e ela veio.
Foi divertido, passamos o dia todo brincado, dançando e cantando, no final da noite minha mãe ia trazer uma pizza e alguns lanches para a gente ver filme, arrumamos tudo e resolvemos postar algumas fotos no status.
Bem Lubinha, o problema foi que para não chatear Karen que era muito ciumenta, resolvi tirá-la do meu vizualizador do status. Postamos as fotos, minha mãe chegou e... Aí começou tudo.
Recebi várias mensagens da Karen me atacando. Ela me chamava de falsa, traidora, falava várias palavras de baixo calão e nos insultou. Minha mãe ficou indignada, logo ela que nunca foi de falar nada falando aquelas coisas.
Sem contar que ela falou:
-"Você me conhece a anos e nunca fez porr* nenhuma para mim, agora a Júlia que você conheceu a alguns meses, já vai lá e faz um FESTÃO! Mas eu aposto que você não esperava que eu estivesse na casa de Carls também."
Primeiro eu só me questionava o porquê dela poder ir para a casa de Carls quando bem entendesse, e eu não poder sequer convidar uma amiga para a minha casa, sem que ela viesse me atacar e querendo satisfação de um assunto onde nem foi chamada. A maioria das nossas brigas começavam com essa iniciativa toalmente irracional da parte da Karen, realmente me sentia falando com uma criança.
E sério, era só uma pizza e alguns lanchinhos, nada comparado as festas da escola e do cursinho que meus pais levavam eu e Karen, sendo que pagávamos comida e tudo para ela. É sério, realmente não me lembro dela ter feito algo parecido ao menos uma vez para mim.
Eu disse:
-"Karen, eu não te convidei por causa da pandemia, e se você realmente é minha amiga deveria ficar feliz por eu estar me divertindo".
Ressaltei:
-"Aliás, é ótimo que você esteja com a Carls, assim não é só eu que me divirto. Aproveite bastante e se divirtam".
OBS: Repostado.
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2020.08.16 00:55 MissGatinha FUI BABACA POR COMEMORAR O ANIVERSÁRIO DA MINHA AMIGA?

turmafeira

Olá Luba, editores, turma que está a ver, papelões, jebas, gatas e possível convidado.
Bem, a alguns anos conheci Karen. Gostávamos de jogos e nos dávamos bem, sempre levava ela para festas, pizzaria, cinema, ela vinha dormir na minha casa, sempre dividia tudo com ela. Meus pais nunca gostaram muito da nossa amizade, diziam que ela tinha inveja de mim, pois se ela por exemplo, pedisse refri e depois eu pedisse suco, ela pedia para trocar por suco, além de outras coisas. Já da parte dela, ela nunca queria que eu brincasse com as outras garotas, sempre queria que eu ficasse grudada com ela e eu tinha que brincar do que ela mandava.
Porém com o passar dos anos nossos gostos mudaram, ela brigava e me atacava por coisas bestas e eu já não a considerava tanto como uma amiga, tentava evitá-la. Ela fazia coisas estúpidas, ria forçado de coisas estranhas, ela fez uma amiga chamada Carls, me lembro delas fazerem piadas de mim, me mandarem pro inferno, desejarem a minha morte, e me chutarem. Elas me humilhavam e tiravam sarro de mim. Segundo elas era só uma "brincadeira". Eu tentava não ligar, fazia de tudo para agradá-las, tentar ser amigas, nunca gostei de encrenca.
Enfim, sempre tinha uma garota que andava com Carls, parecia comigo, ela sempre agradava Carls mesmo recebendo comentários cruéis em troca. Certa vez puxei um papo com ela e tínhamos muito em comum, viramos melhores amigas, diferente da Karen, Júlia me levava a sério, me respeitava e me tratava como uma amiga.
Depois de alguns meses entramos em quarentena, porém a Júlia ia fazer aniversário, só que por causa da quarentena, a cidade da tia dela (local onde ela iria comemorar) foi totalmente interditada. Ela ia passar o aniversário sozinha. Por mais que não fosse o indicado, resolvi convidá-la para dormir na minha casa. Conversamos com a mãe dela, tomamos todas as precauções possíveis e ela veio.
Foi divertido, passamos o dia todo brincado, dançando e cantando, no final da noite minha mãe ia trazer uma pizza e alguns lanches para a gente ver filme, arrumamos tudo e resolvemos postar algumas fotos no status.
Bem Lubinha, o problema foi que para não chatear Karen que era muito ciumenta, resolvi tirá-la do meu vizualizador do status. Postamos as fotos, minha mãe chegou e... Aí começou tudo.
Recebi várias mensagens da Karen me atacando. Ela me chamava de falsa, traidora, falava várias palavras de baixo calão e nos insultou. Minha mãe ficou indignada, logo ela que nunca foi de falar nada falando aquelas coisas.
Sem contar que ela falou:
-"Você me conhece a anos e nunca fez porr* nenhuma para mim, agora a Júlia que você conheceu a alguns meses, já vai lá e faz um FESTÃO! Mas eu aposto que você não esperava que eu estivesse na casa de Carls também."
Primeiro eu só me questionava o porquê dela poder ir para a casa de Carls quando bem entendesse, e eu não poder sequer convidar uma amiga para a minha casa, sem que ela viesse me atacar e querendo satisfação de um assunto onde nem foi chamada. A maioria das nossas brigas começavam com essa iniciativa toalmente irracional da parte da Karen, realmente me sentia falando com uma criança.
E sério, era só uma pizza e alguns lanchinhos, nada comparado as festas da escola e do cursinho que meus pais levavam eu e Karen, sendo que pagávamos comida e tudo para ela. É sério, realmente não me lembro dela ter feito algo parecido ao menos uma vez para mim.
Eu disse:
-"Karen, eu não te convidei por causa da pandemia, e se você realmente é minha amiga deveria ficar feliz por eu estar me divertindo".
Ressaltei:
-"Aliás, é ótimo que você esteja com a Carls, assim não é só eu que me divirto. Aproveite bastante e se divirtam".
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2020.08.10 02:17 YatoToshiro Fate/Gensokyo #53.5 Jeanne d'Arc Alter (Fate/Grand Order) Parte 2


https://preview.redd.it/z555wif5h2g51.png?width=5000&format=png&auto=webp&s=1cb1df50f74d352beb095b625613f4e4bcf831e9
Orleans: The Wicked Dragon Hundred Years 'War
Jeanne Alter é criada por Gilles de Rais (Caster) através do poder do Santo Graal, como uma versão de Jeanne d'Arc distorcida por seu ódio pela França e por Deus. Após sua criação, ela convoca o Chevalier d'Eon, Vlad III, Atalanta, Santa Martha e Carmilla enquanto adiciona o Melhoramento Louco para transformá-los em Servos Furiosos. Ela ordena que destruam a França, declarando que Deus perdoará todas as suas transgressões. Ela também diz que está tudo bem se Deus os punir, pois sua campanha destrutiva é um meio de provar a existência e o amor de Deus. Gilles então traz Pierre Cauchon antes dela. Jeanne Alter furiosamente o lembra do ridículo que ela suportou durante a vida. Ela também zombeteiramente diz a ele para dizer a todos que a malvada Jeanne d'Arc está aqui e rugir como um leão valente. Ela diz que sua fé é frágil e o acusa de ser um herege por implorar a uma bruxa que o poupe, quando ele implora a ela que poupe sua vida. Ela então começa a queimá-lo vivo até que nada mais reste. Ela então ordena que seus servos destruam a França novamente, começando com Orleans. Depois de explicar a seus Servos que agora são Servos Furiosos, Jeanne Alter declara que a humanidade não tem valor, pois falhou em provar seu amor a Deus. Ela decide que a bandeira deles será dragão quando Gilles diz que eles precisam de um símbolo para se reunir, citando sua conexão com dragões. Posteriormente, as forças de Jeanne Alter conquistaram Orleans, matando Carlos VII no processo. Durante o curso de sua campanha, Jeanne Alter e suas forças destroem muitas cidades e matam muitas pessoas. Um dos mais proeminentes é Lyon, onde Jeanne Alter derrotou e amaldiçoou seu protetor, Siegfried.
Jeanne Alter e seus servos eventualmente encontram Ritsuka, Mash Kyrielight e Jeanne quando chegam no recentemente destruído La Charite. Ela zomba de Jeanne e se declara a outra "ela". Ela chama a resposta para a pergunta de Jeanne sobre por que ela destruiu a cidade óbvia, já que ela está destruindo a França. Ela então pergunta que queria salvar a França e seu povo, apesar de saber que eles iriam ridicularizá-la e traí-la. Enquanto Jeanne hesita em responder, Jeanne Alter declara que não será mais enganada ou traída. Ela confessa que não consegue mais ouvir a voz de Deus, e interpreta isso como um sinal de que a França não é mais abençoada por ele. Assim, ela destruirá o país de acordo com Sua dor. Ela declara que salvará a França transformando-a na terra dos mortos. Ela diz a Jeanne que não conseguia entender, acusando-a de ser uma virgem sagrada que finge não ver ódio e alegria e é incapaz de crescimento humano. Ela começa a atear fogo no console do Archaman Romani quando ele diz que o crescimento humano dos Servos seria classificado como Espíritos Heróicos. Jeanne pergunta se ela realmente é "ela", mas Jeanne Alter apenas zomba de suas dúvidas. Ela chama Jeanne de nada mais do que o resíduo que ela jogou fora. Ela então ordena que Vlad e Carmilla a matem. Quando Maria Antonieta intervém, Jeanne Alter pede a D'Eon que confirme sua identidade. Ela diz a Marie que ela é inadequada para participar da batalha porque ela viveu uma vida de luxo, e morre sem saber o que aconteceu. Ela se pergunta se Marie pode entender seu ódio. Depois que o grupo escapa quando Mozart repele Vlad e Carmilla com Requiem for Death, Jeanne Alter ordena que Martha os siga e observe. Ela diz a Vlad que Martha ficará bem sozinha, já que seu Nobre Fantasma pode ser destruído. Mas ela concorda que precisa ser cuidadosa e decide retornar a Orleans para convocar servos adicionais. Ela então ordena que Vlad, Carmilla e D'Eon continuem destruindo a França, e sai dizendo a eles que até mesmo os anti-heróis têm dignidade.
Mais tarde, Jeanne Alter convoca Charles-Henri Sanson e Lancelot quando ela retorna a Orleans. Ela fica sabendo da morte de Martha, perguntando-se se ela cometeu suicídio, e irritada por manter sua sanidade, apesar de seu Melhoramento Maluco. Ela acha mais provável que tenha lutado com todas as suas forças, então eles não podem baixar a guarda. Ela afirma que partirá com "ele" na próxima vez. Ela diz que vai deixar os Servos recentemente convocados, então ordena que Gilles contate Carmilla. Ela então pergunta a ele quem ele pensa ser a verdadeira Jeanne, ela ou Jeanne, ao que ele responde. Depois que Gilles a lembra da traição e do ridículo que ela sofreu na vida, Jeanne Alter declara que tudo foi um erro que deve ser corrigido. Ela concorda com Gilles que sua vingança é justa, dizendo que suas palavras lhe dão força. Ela então ordena que Sanson e Lancelot montem em seus wyverns e partam com ela. Mais tarde, ela confronta o grupo nas ruínas de Lyon, após resgatar Siegfried. Ela então ordena que seu dragão pessoal, Fafnir, os incinere, mas ele bloqueia a Luminosité Eternelle de Jeanne e o Lorde Chaldeas de Mash. Ela é forçada a recuar quando Fafnir é atingido por Balmung. Depois de se retirar para o céu, ela ordena que Sanson e Lancelot matem o grupo, dizendo que Carmilla se juntará mais tarde.
Jeanne Alter posteriormente ataca a cidade protegida por Georgios com Sanson enquanto seus cidadãos ainda estão sendo evacuados. Depois que Marie derrotou Sanson, Jeanne Alter achou engraçado que aqueles com maior potencial foram os primeiros a cair. Ela está irritada por Jeanne já ter escapado com Georgios e acha ridículo que ganhar um Servo deu esperança a Jeanne. Ela então pergunta a Marie por que ela está tentando salvar os cidadãos, embora ela tenha sido decapitada por seus próprios cidadãos. Marie responde que sua morte foi inevitável porque ela não era mais necessária para o povo. Ela então pergunta a Jeanne Alter quem ela é, mas Jeanne Alter também diz a ela para calar a boca. Ela então ativa o Palácio de Cristal e luta contra Jeanne Alter, que ela acaba perdendo.
Voltando para Orleans, Jeanne Alter confirma que Marie morreu e pergunta a Gilles sobre a condição de Sanson. Ele responde que a mente de Sanson pereceu com Marie, dizendo que ele só está apto para ser um soldado de infantaria agora. Jeanne Alter está aborrecida porque Georgios escapou graças ao fato de Marie a estar segurando. Ela começa a pedir para encontrar o grupo quando D'Eon interrompe para relatar que o grupo está indo para Orleans. Jeanne Alter ordena que eles se preparem para a batalha e Gilles para reunir os dragões e servos. Ela declara que o mundo será destruído se eles vencerem, e mesmo se eles perderem, o mundo já se foi. Ela também diz que, mesmo que Caldéia corrija a era, uma jornada sem fim pela frente. Apesar disso, eles e Jeanne ainda têm fé no mundo, para grande aborrecimento de Jeanne Alter. Ela decide destruir o grupo por esse motivo, não querendo que eles restaurem o mundo, dizendo que é o desejo dela e de Gilles.
Jeanne Alter e suas forças confrontam o grupo enquanto eles marcham em direção a Orleans. Ela diz a Jeanne que eles são iguais, mas Jeanne rejeita firmemente essa ideia. Ela então exibe a horda de dragões com ela, declarando que eles devorarão tudo na França. Depois, os dragões lutarão e se devorarão em uma guerra sem fim. Ela fica chocada quando o General Gilles de Rais chega com seu exército e começa a bombardear os dragões com artilharia. Depois que seus servos e Fafnir são mortos na batalha, Jeanne Alter é convencida por Gilles a retornar ao castelo.
Dentro do castelo, Jeanne Alter ordena que Gilles a defenda enquanto convoca um novo Servo. Ela concorda com sua sugestão de convocar o Rei Arthur, embora duvide que um cavaleiro inglês responda a sua convocação. Quando Ritsuka, Mash e Jeanne chegam na sala do trono, ela fica surpresa que eles chegaram mais rápido do que o esperado, então ela não precisa modificar a convocação. Jeanne pergunta se ela se lembra de sua família, mas Jeanne Alter não consegue se lembrar. Descobrindo que não importa se ela se lembra ou não, ela invoca Servos das Sombras e ordena matar o grupo. Depois de destruídos, ela luta contra o grupo pessoalmente. Ela é derrotada, mas se recusa a acreditar que perdeu porque tem o Graal. Quando ela começa a morrer, ela diz a Gilles que ela ainda não destruiu a França. Ela fica consolada quando Gilles diz que destruirá a França em seu lugar. Ela então desaparece, revelando que o Graal era seu centro.
Da Vinci and The Seven Counterfeit Heroic Spirits
Como seu conceito já existia, Jeanne Alter nunca foi verdadeiramente destruída na Singularidade de Orleans. Já que Gilles de Rais, que a desejou, e o Santo Graal, que fez isso acontecer, foram mortos e capturados, as chances de ela ser convocada novamente eram infinitesimais. No entanto, ela foi capaz de invocar-se invertendo o desejo de Jeanne d'Arc de não ter uma versão alterada de si mesma. É uma técnica de quebra de regras que só foi possível graças à popularidade de Jeanne como Espírito Heroico. Insatisfeita por ser uma falsificação, Jeanne Alter procurou superar seu eu original. Usando o Louvre como base e querendo vingança por Orleans, ela cria versões falsificadas de Alexandre, Hector, Siegfried, Arash, Arjuna, Gilles de Rais, Brynhild com o propósito de superar seus originais. Ela também deu a cada um deles histórias de fundo específicas centradas em torno dela por um desejo inerente de ser o protagonista. Continuando com seu plano que começou desde a Singularidade de Orleans, ela além disso melhorou seus valores de Saint Graph por meio do Counterfeits ’Riot, tornando-se publicamente uma Serva. Com relação à convocação dos Espíritos Heróicos Falsificados, em algum momento durante o período do Motim das Falsificações, parece que Jeanne Alter queria esquecer todas as suas existências exceto a dela.
Eventualmente, Jeanne Alter localizou Ritsuka, Mash, Leonardo da Vinci e EMIYA, que procurava impedir sua falsificação. Eles a encontram sendo desconfortavelmente abraçada pela falsificada Brynhild. Ela os elogia por localizá-la, presumindo que eles seguiram os rastros deixados pelas falsificações. Ela chuta Brynhild para longe, apenas para ela rastejar de volta. Ela explica que o comportamento de Brynhild inadvertidamente resultou de seu desejo de que um de seus sete seguidores fosse mulher. Pedindo ao grupo para ignorar Brynhild, ela revela as circunstâncias de seu retorno. Ela aceita que é uma falsificação da Jeanne original, mas ainda quer superá-la, pois Da Vinci especulou com razão. Ela continua que, embora seja uma falsificação, não há regras dizendo que ela não pode fazer nome para si mesma no mundo. Ela continua ainda que as pessoas imaginam que a morte de Jeanne justificaria sua vingança, declarando-se um aspecto de Jeanne. Portanto, como ela nasceu do ódio e da intenção assassina, Jeanne Alter é uma Anti-Herói e uma Serva da classe Vingador. Ela então ordena que Brynhild ataque o grupo. Ela nega a dedução da EMIYA de que a maioria de seus Servos falsificados eram homens pelo desejo inconsciente de ser o protagonista, apontando Brynhild. Mash suspeita que ela queria uma amiga, mas Jeanne Alter nega. Ela afirma que os Servos falsificados eram meramente peões dispensáveis, então luta contra o grupo com Brynhild. Depois que Brynhild é derrotada, Jeanne Alter se culpa por ser incapaz de convocar Brynhild da forma adequada. Ela presume que Brynhild vai culpá-la antes que ela morra, como ela presume que os outros morreram. No entanto, Brynhild diz que ela e as outras falsificações desfrutaram de seu tempo com ela antes de desaparecer. Jeanne Alter afirma que as falsificações foram um peão criado para sua diversão, mas Da Vinci a repreende por não perceber seus verdadeiros sentimentos. Ela explica que as falsificações já ultrapassavam os originais e estavam sinceramente se divertindo, apesar de serem falsas. Ela continua que eles tiveram cuidado e preocupação genuínos por Jeanne Alter. Isso confunde Jeanne Alter, pois ela não consegue entender por que alguém se importaria com uma garota vingativa como ela. Da Vinci diz a ela para abraçar seu desejo de vingança e seu papel como Anti-Herói para se tornar uma Serva completa. Jeanne Alter hesita com a ideia de ser convocada quando Ritsuka diz que eles a aceitariam. Depois de um longo período de reflexão, ela aceita seu complexo de inferioridade para com Jeanne e seu desejo de ser desejada. Ela aceita que seu ódio nunca cessará e ela sempre será uma Vingadora, não importa quantas vidas ela salve. No entanto, apesar de tudo isso, ela diz que responderá à convocação de Ritsuka. No entanto, ela começa a lutar contra o grupo por vingança por eles terem derrotado suas falsificações. Depois de ser derrotada, ela diz que se divertiu. Ela revela que seu eu futuro formará um vínculo com Ritsuka enquanto seu eu atual desaparecerá. Ela assume que seu eu futuro não terá memórias de ser um Espírito Heróico falsificado, então o atual queria criar pelo menos uma memória. Ela diz a Ritsuka para assumir a responsabilidade por seu futuro eu e se despede deles antes de desaparecer.
Salomon: The Grand Time Temple
Jeanne Alter está entre os Servos do "evento especial" ajudando a Caldéia contra os Pilares do Deus Demônio.
Shinjuku: The Malignant Quarantined Demonic Realm
Jeanne Alter estabelece seu próprio território em Shinjuku após sua convocação após formar uma trégua com Artoria Alter para se deixarem em paz. Em algum ponto, ela foi gravemente ferida por Baal disfarçada de James Moriarty, forçando-a a se retirar para o esgoto. Mais tarde, ela tenta incinerar o verdadeiro Moriarty quando ele se intromete em seu território. Ela é mais tarde atacada por EMIYA Alter sob as ordens de Baal, irritada por ele ter transformado uma espada em uma arma moderna. Ela então liberta La Grondement Du Haine em uma tentativa de destruí-lo, mas para sua irritação, ele usou um escudo para bloqueá-lo e escapar. Tendo se esforçado demais com aquele ataque, ela desmaia e espera para desaparecer. Ela se pergunta se alguém vai roubá-la e jogá-la no rio ou contaminá-la enquanto ela desaparece. No entanto, ela é salva pela chegada de Ritsuka, Moriarty e Artoria Alter. Depois de se insultar, Jeanne Alter pergunta por que ela veio, uma vez que eles tinham trégua para se deixarem em paz. Artoria Alter responde que não é mais o caso e se gaba de ter um Mestre, segundo a crença de Jeanne Alter. Ela assume que seu Mestre é totalmente incompetente até que Ritsuka se apresente como dito Mestre. Ela pede a Ritsuka para deixá-la se juntar a eles, alegando que ela é uma Serva melhor do que Artoria Alter ou Moriarty. Ela falha em detalhes de como ela é melhor do que eles quando os inimigos chegam em cena, tendo sido atraída pelo cheiro de seu Nobre Fantasma. Após a batalha, ela pergunta a Mash por que ela não os está ajudando como um Shielder. Mash responde que ela está atualmente em licença de serviçal devido a certas circunstâncias, o que decepciona Jeanne Alter, já que Mash é seu último bastião de defesa. Ela se lembra de Mash se recusando a soltar seu escudo enquanto segurava as lágrimas de medo. Por causa disso, ela assume que Mash é um ser humano melhor do que ela, já que ela realmente sente medo. Artoria Alter a acusa de tentar roubar Mash, explicando que ela é um de seus cavaleiros já que Galahad a está possuindo. Jeanne Alter conta que ela pode fazer o que quiser, já que Mash não é Galahad. Ela então tenta incinerar Moriarty, assumindo que foi ele quem a feriu tão gravemente. Ela pára quando Ritsuka diz que pode confiar em Moriarty, pois foi outro ele quem a atacou. Mas, como os outros, ela não pode confiar nele. Mesmo assim, ela permite que ele os acompanhe quando Da Vinci diz que Moriarty arriscou a vida para proteger Ritsuka. Ela se irrita por Artoria Alter não permitir que ela os acompanhe, dizendo que ela tem os mesmos direitos que Moriarty. Ela então nota as roupas de Artoria Alter e pergunta por que ela as escolheu. Artoria Alter responde que um bom criado sempre se veste de acordo com sua localização. Em resposta, Jeanne Alter revistou as ruínas de uma boutique próxima sob o pretexto de que era suspeita. Ela retorna e cerca os outros e Hessian Lobo com as chamas de seu Nobre Phantasm no sinal de Moriarty para impedir a fuga de Hessian Lobo. No entanto, o grupo não consegue matá-lo e ele escapa. Jeanne Alter e Artoria Alter percebem que Moriarty pretende ter como alvo o Fantasma da Ópera e Christine Daaé em seguida. Eles então se preparam para lutar entre si até que Moriarty convença a atrasar até que Phantom e Christine estejam mortos.
Após o retorno do grupo ao esconderijo de Artoria Alter, Jeanne Alter expressa sua repulsa por ele e por Cavall II. Ela espera que Ritsuka dê sua opinião sobre sua nova roupa, embora esteja desapontada com a resposta. Depois de um telefonema de Edmond Dantès, o grupo descobre que o outro Moriarty é o líder de seu inimigo, a Aliança Fantasma do Demônio. Isso exacerba ainda mais a desconfiança de Jeanne Alter e Artoria Alter em relação a seu próprio Moriarty. Em resposta, Moriarty diz que eles devem derrotar Phantom para que ele possa ganhar sua confiança. Ele avisa que eles seriam mortos se atacassem Phantom diretamente, com o que Jeanne Alter e Artoria Alter concordam. Ele explica que eles seriam severamente superados em número pelos 200 Coloraturas estacionados em Kabukicho se eles atacassem diretamente. Ele, Jeanne Alter e Artoria Alter lembram de ter destruído algumas Coloraturas antes, mas Moriarty revela que eles reabastecem seus números com 36 horas. Moriarty explica que as coloraturas atribuem a patrulha de Kabukicho que também sequestram pessoas regularmente. Jeanne Alter adora que Artoria Alter reconheça que Excalibur Morgan está sendo inútil em destruir Kabukicho quando Moriarty revela que a energia mágica de Shinjuku comparável à Idade dos Deuses a reduziria significativamente. Os dois quase entrando em uma briga quando Artoria Alter zombeteiramente implica que Jeanne Alter não se sairia muito melhor. Moriarty então pede que tragam para ele uma Coloratura, que ele usará para observar Kabukicho. Depois de deixar o esconderijo, Jeanne Alter afirma que se Moriarty os traísse, seria em um momento crucial. O grupo então percebe que Coloratura está sequestrando pessoas, então eles entram para capturar uma. Após capturar uma Coloratura e ajudar a fuga do povo, o grupo retorna ao esconderijo. Lá é revelado que as Coloraturas são construídas a partir de humanos, com sua carne e nervos sendo colocados nas bonecas. Depois de afirmar que os humanos uma vez transformados em Coloraturas não podem ser salvos, Moriarty revela que equipou a Coloratura com uma bomba. O dito Coloratura será devolvido com os outros quando eles retornarem a Kabukicho em seus intervalos regulares, e então sua bomba será acionada. A explosão causará confusão entre as Coloraturas, que o grupo usará como uma oportunidade para matar Phantom e Christine. Jeanne Alter concorda com o plano, pois o Colortura não é mais verdadeiramente humano. Ela até os acha piores do que o espírito maligno e coisas do gênero, já que pelo menos esses têm vestígios de suas personalidades originais, ao contrário dos Coloraturas. Depois que Moriarty termina de manipular a Coloratura, e dá o detonador para Ritsuka, o grupo segue para Kabukicho.
Colocando o Coloratura armado com os outros, Moriarty ordena que Artoria Alter e Jeanne Alter tomem suas posições. Dez minutos depois, a bomba é detonada por Moriarty em vez de Ritsuka após ver sua determinação em fazê-lo. A explosão resultante espalha as Coloraturas, então Artoria Alter e Jeanne Alter se movem para destruí-los. Eles são mais tarde chamados por Mash para ajudar Ritsuka e Moriarty contra EMIYA Alter, mas eles estão ocupados lidando com as Coloraturas ainda ativas. Eles chegam justamente quando EMIYA Alter recua graças à intervenção de Hassan do Braço Amaldiçoado, desapontado por seus ataques mal errados. Jeanne Alter pergunta quem é o Braço Amaldiçoado e se pergunta se ele é um inimigo, mas Mash diz que ele é um aliado. Juntamente com Cursed Arm, o grupo foge de Kabukicho e retorna para o esconderijo.
De volta ao esconderijo, o grupo relaxa após sua missão bem-sucedida. Porém, logo revelou que Hassan é um membro disfarçado da Aliança do Demônio Fantasma, Yan Qing. Ele toma Ritsuka como refém, mas Artoria Alter e Jeanne Alter chegam para detê-lo. Ele se esquiva de seus ataques e foge enquanto Artoria Alter o persegue em sua motocicleta, com Jeanne Alter a seguindo. Infelizmente, eles não são capazes de resgatar devido ao atraso dos soldados Hornet e do Rei Lear convocado por Yan Qing. Jeanne Alter e Artoria Alter mais tarde Moriarty por permitir que Ritsuka fosse sequestrada.
Felizmente, Ritsuka é resgatado da base da Phantom Demon Alliance, Barrel Tower, por Sherlock Holmes. Jeanne Alter e Artoria Alter expressam imediatamente sua preocupação e alívio ao retornarem. Voltando ao esconderijo, Jeanne Alter chama Sherlock de peso morto quando ele se apresenta como um Conjurador impróprio para combate. No entanto, ela o agradece por salvar Ritsuka. Ela diz a ele para ir embora, mas ele diz que não pode. Ela acaba brigando com Artoria Alter novamente quando o primeiro avisa Ritsuka contra ser muito gentil com Moriarty. Depois de saber do Nome Verdadeiro de Moriarty, sua desconfiança dele aumenta ainda mais; Jeanne Alter o compara às raposas que aparecem nos contos de moralidade. Sherlock então explica como o objetivo da Aliança de destruir o planeta é possível sem utilizar forças externas, fazendo o que Thomas Edison e o Rei Leão tentaram fazer. Sem entender o que os outros querem dizer, Jeanne Alter exige saber o que Edison e o Rei Leão tentam fazer. Mash primeiro explica que o Rei Leão tentou usar Rhongomyniad para preservar uma parte da humanidade e destruir o resto enquanto a Incineração da Humanidade estava ocorrendo. Jeanne Alter chama o Rei Leão de idiota pela trama, dizendo que ela deveria ter se permitido morrer com todos os outros. Ela então expressa seu ódio por reis que tentam resolver as coisas por si próprios e reis que simplesmente desistem. Mash então explica que Edison procurou preservar a América separando-a da linha do tempo. Da Vinci percebe e revela que Shinjuku está em uma linha do tempo abatida. Apesar de ser informado de que não terá efeitos adversos na história, Ritsuka decide salvar Shinjuku de qualquer maneira. Sherlock então revela o método pelo qual o maligno Moriarty usará para destruir o planeta. O malvado Moriarty planeja usar os poderes do Fantasma com o qual se fundiu, Der Freischutz, para carregar um meteorito na Torre do Barril e, em seguida, dispará-lo no núcleo do planeta como uma bala mágica para destruir o planeta. Jeanne Alter está aborrecida porque Moriarty acabou de perceber que ele foi fundido com Der Freischutz o fez um Arqueiro e o deixou disparar balas e mísseis de um caixão que ele nunca carregou em vida. Ironicamente, ela acha que o plano da Aliança para destruir o planeta é ainda pior do que quando ela tentou destruir a França. Ela e Artoria Alter concordam com a decisão de Sherlock de eliminar Yan Qing, achando sua habilidade de transformação problemática. O grupo então sai para roubar roupas para o propósito do plano de Sherlock e Moriarty. Depois de derrotar alguns bandidos e suas Coloraturas hackeadas, Ritsuka, Artoria Alter e Jeanne Alter trocam de roupa.
Agora usando vestidos, Ritsuka, Artoria Alter e Jeanne Alter entram em uma festa organizada por Yan Qing. Jeanne Alter, insultada, compara Artoria Alter a uma boneca de cera em seu vestido, enquanto Artoria Alter a compara a uma bruxa de verdade em seu vestido. No entanto, os dois compartilham a alegria de ver Ritsuka claramente desconfortável com seu disfarce. Jeanne Alter os segura enquanto Artoria Alter tira fotos deles com o telefone com câmera que ela tirou de um transeunte e os carrega para o servidor de Chaldea. Ela então se pergunta quando Yan Qing vai aparecer, expressando seu ódio por seu vestido. Depois de ver Artoria Alter dançar com Ritsuka, ela afirma não se importar com a dança e fica irritada que Artoria Alter tenha passado por instinto. Um convidado da festa tenta convidá-la para dançar, mas sua carranca o afasta. Agora que perdeu a paciência, ela agora quer queimar todo o prédio. Yan Qing então aparece diante dos convidados disfarçados de Artoria Alter. Ele eventualmente toma conhecimento dela e ordena que os Hornets ataquem. Juntamente com Moriarty, o grupo derrotou o Hornets seguido por Romeu e Julieta. Mais Hornets então aparecem, com Yan Qing sendo disfarçado como um deles. Ritsuka tira o vestido deles para chocá-lo a se revelar como parte do plano de Moriarty. Yan Qing revela seu verdadeiro nome e luta contra o grupo. Sentindo que vai perder, Yan Qing ativa uma bomba sob o prédio para derrubá-lo, fazendo com que o grupo escape. Depois de matar Yan Qing, Moriarty pondera se o orgulho é necessário para viver. Jeanne Alter responde que o orgulho não tem valor para ela como uma farsa. Ela fica confusa quando Artoria Alter a chama de panda gigante por não se orgulhar. O grupo então se prepara para partir quando são encontrados por Hessian Lobo.
Confrontado por Hessian Lob, o grupo vê que ele foi fundido com outro Fantasma, o Homem Invisível, como indica sua invisibilidade. Sua classe então muda de Cavaleiro para Vingador, e instantaneamente atinge Ritsuka já que eles são os únicos humanos por perto. Incapaz de derrotá-lo, o grupo decide quem ficará para trás para segurar Hessian Lobo enquanto o resto foge. Jeanne Alter assume a tarefa para que os outros possam escapar. Ela diz a eles para usarem esse tempo para encontrar uma maneira de derrotar Hessian Lobo permanentemente. Ela rejeita a sugestão de Artoria Alter de escolher alguém de forma justa. Ela chama Ritsuka de patético por não querer sacrificar seus aliados. Ela nega a suposição de Sherlock de que seu desejo de afastar Hessian Lobo é motivado por sua simpatia por ele como um companheiro Vingador. Ela explica que simplesmente odeia vê-lo correndo como um monstro estúpido, acreditando que deveria pelo menos ter um objetivo. Ela decide que vai dar um objetivo, então ela dá um fim real. Antes que os outros saiam, Sherlock diz a ela para cuidar de seus pés, e Artoria Alter confia nela para segurar Hessian Lobo. Enquanto luta contra Hessian Lobo, Jeanne Alter proclama que sabe como ele pensa, já que eles são iguais. Ela diz que o ódio deles nunca desaparecerá, independentemente de quantas pessoas eles matem até o dia da morte. Ela declara que vai tirar Hessian Lobo de sua miséria, dizendo que os sonhos fugazes que eles veem antes da morte são o único consolo para os Vingadores. Eventualmente, porém, Hessian Lobo a fere fatalmente. Ela está irritada, mas não está gostando de sua vingança, mas percebe que não pode mais. Depois de sofrer outro ferimento, ela solta La Grondement Du Haine em um esforço para segurá-lo. Ela explica que as chamas vêm de seu próprio corpo, duvidoso que possa afastá-las. Ela entende que as chamas não vão matá-lo, mas tem certeza de que vão desacelerá-lo por um tempo. Infelizmente, ela finalmente cai depois que Hessian Lobo se feriu novamente. Ela contempla sua natureza como uma farsa, incapaz de compreender verdadeiramente a dor de ser queimada viva. Ela chama Jeanne de idiota por querer vingança depois de ser queimada na fogueira, acreditando que ela era louca por não ter feito isso. Ela continua que o mundo está irremediavelmente escuro, alegando que o máximo que uma pessoa dita boa pode fazer é fechar os olhos. Ela se lembra de como costumava pensar que nunca ajudaria humanos de boa índole como Jeanne, achando-os patéticos e indefesos. Depois de chamar Jeanne de símbolo da humanidade, ela chama Ritsuka de idiota sem consideração por não tê-la convidado para dançar. Ela então se lembra do conselho de Sherlock antes de cair na inconsciência.
Jeanne Alter é capaz de sobreviver escapando em um buraco de homem no último momento, como Sherlock aconselhou. Ela se encontra com Edmond, e eles resgatam William Shakespeare de seu confinamento na Torre do Barril. Ambos tentam atacar Moriarty, que foi revelado como o verdadeiro cérebro para destruir o planeta, mas ele consegue se esquivar de ambos. Jeanne Alter explica como ela sobreviveu e mostra que trouxe Shakespeare para ajudar. Depois que Shakespeare e Hans Christian Andersen convocam os Grandes Detetives para ajudar Ritsuka, o grupo luta contra Moriarty após ele se fortalecer com o Graal. Depois que Moriarty e os outros desaparecem e o asteróide Bennu é destruído, Jeanne Alter diz a Ritsuka para chorar pelos Servos, já que eles estão destinados a desaparecer. Ela grita com EMIYA Alter para não se intrometer na conversa quando ele concorda. Ela então pergunta a ele o que aconteceu com Artoria Alter, se perguntando se ela foi esmagada por Bennu. EMIYA Alter responde que ela foi visitar algum lugar antes de desaparecer, que Ritsuka e Jeanne Alter percebem ser Cavall II. Depois que EMIYA Alter desaparece, ela de repente corta as comunicações com Chaldea. Ela então coloca seu vestido de festa e exige uma dança de Ritsuka. Depois de dançarem, Jeanne Alter se sente satisfeita e começa a desaparecer. Ela diz a Ritsuka que vai praticar mais da próxima vez, esperando que eles façam o mesmo, antes de finalmente desaparecer.
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2020.08.04 15:50 supremegoddemon O que meu pai quer, não é o que eu quero

Olá Luba, gatas, editores, plantas, animais, Karens, seres humanos, Ler mais... Então, hoje eu vou contar a história do meu casamento, e de como meu pai quase me fez terminar um relacionamento ótimo. Desde que eu era criança, o meu pai queria que eu casasse com a minha prima, vamos chamá-la de Carls, e até os meus doze anos eu não ligava, pois achava que era somente uma brincadeira, mas eu fui crescendo e fui percebendo que não era só uma brincadeira. Quando eu tinha 15 anos, eu conheci uma garota na escola, vamos chamá-la de Rainara, e comecei a gostar dela, nós tínhamos os gostos bem parecidos, e nos dávamos muito bem, fizemos o ensino médio juntos, depois da formatura, nós continuamos nós falando, cada um fez uma faculdade, e começamos a namorar. Meu pai não ficou muito contente com isso, e vivia falando que a Rainara não servia pra mim, mas eu não ligava, porque eu gostava dela, tipo, desde o ensino medio. Então o tempo se passou, e marcamos o casamento, mesmo meu pai não apoiando. No grande dia convidamos a família, e já que a Carls é minha prima, tivemos que convidá-la. Na hora do fale agora ou cale-se para sempre, meu pai levanta e fala que eu merecia coisa melhor que a Rainara, disse que a Carls era melhor que ela, eu pavio curto que sou, revidei e disse que eu estava satisfeito com a Rainara, e não precisava que ele estivesse para ter uma vida feliz. Depois disso, ficou aquele climão, mas eu não liguei, pois eu estava me casando com a mulher que eu amava. Desse dia endiante só falo com a minha mãe.
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2020.07.03 01:33 Alguem_Aleatorio10 Sou babaca por não convidar meus primos?

Olá Luba,editores,gatas,possível convidado,papelões que sobraram e turma q está a ver,essa história aconteceu a 8 anos e até hoje dizem que fui babaca e egoísta pelo oq fiz,me julguem e me digam se minha família está certa.
Contexto:um primo de longe(vamos chamá-lo de Varls) tinha vindo nos visitar,ele tinha chegado a mais ou menos uma semana e estava dormindo na casa do meu primo que mora perto da minha casa (vamos chamá-lo de Carls).E ambos tem a mesma idade q eu
Eu estava fazendo aniversário de 7 anos,eu e meus pais tinhamos combinado de ir ao shopping comemorar o aniversário,eles tinham proposto levar meus dois primos pra todos se divertirem,mas eu queria que fosse apenas eu, minha mãe e meu pai para que tivéssemos nosso momento juntos, já que eles trabalham muito e é difícil os dois estarem livres no mesmo dia,então assim foi, nós fomos ao shopping nos divertimos bastante, fomos a uma loja de brinquedos e eles compraram dois bonecos do DBZ de presente (por incrível que pareça essa informação é importante) No dia seguinte depois de meu pai ter conversado com minha tia, mãe do Carls(vamos chamá-la de Karen) meu pai chegou em casa e falou sobre a Karen ter ficado chateada cmg porque eu não convidei o Carls e o Varls,meu pai explicou que propôs isso mas eu queria que fosse um momento nosso e tals e msm assim ela continuou puta e chateada cmg dizendo pra ele que o Varls vem nos visitar as vezes, que não custava nada convidá-lo e convidar o Carls,falou tbm que pra todo passeio que ela e o Carls vão eles ao menos me convidão(oq não é vdd,mas ok) ,minha vó tbm ficou chateada cmg e disse que eu fui egoísta por não convidar meus primos ,no dia seguinte indo pra escola com a Karen e o Carls pq meus pais estavam trabalhando,a Karen estava falando várias coisas do tipo "estou muito chateada com vc" , "nunca mais vou convidar vc pra algum passeio" , "eu sei que vc não convidou eles só pra comprar o brinquedo" , "se continuar assim ninguém vai gostar de vc,e ninguém será seu amigo" e várias outras coisas (detalhe que eu convidava sim meus primos pra passeios ou coisas do tipo, apenas não queria que eles fossem nesse passeio específico pelo motivo q já disse) Lembro que meus pais ficaram putos por ela ter dito isso pra mim,falaram q eu era apenas uma criança e a Karen estava me colocando pra baixo sabendo que eu não iria me defender,e ela disse que falou apenas a verdade.
E aí? sou babaca por não convidar meus primos?
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2020.06.18 16:50 epilef_backwards Análise (não tão séria) de The 8th son? Are you kidding me?

Análise (não tão séria) de The 8th son? Are you kidding me?
O texto a seguir vai conter palavrões, zoeiras e um excesso tóxico de ironia. O motivo disso é que esta obra é tão mal feita e patética que não merece a minha seriedade.
Lembram quando eu falei sobre Tower of God ser um completo desserviço à humanidade e sobre como ele seria o pior anime da temporada? Então...devo dizer que a temporada de primavera deste ano está de parabéns por ter conseguido o quase impossível feito de fazer que Tower of God não fosse o seu pior anime. Isso porque se existe uma frase que eu já levava para a vida, e vou levar ainda mais agora, é que tudo que está ruim pode piorar. Eis que chegamos a The 8th son? Are you kidding me?
É claro que eu já sabia que seria ruim. Todos os animes de aventura com nomes grandes são ruins. No entanto, esse aqui me pegou desprevenido por conseguir ser uma compilação de muitas das piores coisas que eu já vi em uma produção audiovisual (sim, é pior que Seikon no Qwaser).
A começar pelo seu roteiro. E que roteiro. HAHAHAHAHAHHAHAHHA.
Ele não somente apresenta todos os clichês imagináveis do gênero, porém, não os utiliza de nenhuma maneira para tentar subverter as nossas expectativas e proporcionar uma experiência menos tortuosa. Mas acredite em mim: esse é o menor problema do roteiro.
Primeiro, vamos aos personagens. Completamente tapados, estúpidos, rasos, sem senso de humanidade, pífios, patéticos, ignorantes, irritantes, desinteressantes e sem nenhuma camada de desenvolvimento, eles só não são piores, narrativamente falando, do que as suas relações. Todas as relações desse anime são forçados da maneira mais insensível e rushada possível. Desde a relação do protagonista com seu mestre à relação sua e seus "amigos". E coloco aspas ao falar amigos porque a "amizade" deles se inicia com ele forçando-os a participarem de uma acontecimento com um nobre daquele mundo. Agora você deve se perguntar o porquê dele "convidá-los". Então, eu também não sei. Não sei não porque não prestei atenção (embora quase dormi diversas vezes ao assistir esse pedaço de lixo), mas, sim, porque o roteiro coloca a razão mais aleatória e sem sentido imaginável. Ao que eu entendi, ele percebeu que aqueles 3 possuíam algo a mais que os demais não porque não desistiam dos "testes". O problema é que só nos é mostrado esses três e mais um ou outro personagem. Não temos 100% de noção se somente eles não desistiram ou não. Porém muito pior que isso são os "testes". HAHAHAHAHAHAHA os testes. Basicamente um do trio "principal", o qual se alia ao protagonista, tira do interior do orifício anal dele que o protagonista estava testando a qualidade dos demais da sua sala. Isso porque, claro, o protagonista é a pessoa abençoada que é mais forte, apenas com cinco anos, do que 90% dos magos existentes daquele mundo. Agora você deve pensar: bom, é claro que todo mundo ridicularizou esse idiota que falou isso já que o protagonista NUNCA fez nada que desse a entender tal coisa. Não, não somente ninguém o ridiculariza ou espanca ele ou qualquer coisa plausível na situação como eles CONCORDAM e SEGUEM essa ideia de "teste do protagonista". WHAT IN THE ACTUAL FUCK? POR QUE ELES ACEITARAM? ISSO LITERALMENTE NÃO FAZ O MENOR SENTIDO. E mais: não é como se esse cara que falou tivesse qualquer ligação com as demais pessoas da classe da suposta "escola" de aventureiros. Simplesmente ele era tão novato quanto todo mundo e veio com uma ideia ridiculamente absurda dessa. Mas é claro, mais absurda do que a ideia é a pessoa que a escreveu. Mas, novamente, relaxa, esse não é a pior convenção do roteiro. Não, não, ele fica pior. Muito pior.
A situação se transforma numa catástrofe maior quando falamos do protagonista. Muito mais do que clichê, raso, patético, irritante, sem graça e estúpido, falamos de um cara que tinha 25 anos na sua vida original e age como uma criança de -12. O que quero dizer com isso é que ele só apresentava um corpo de criança/jovem. Ele tinha VINTE E CINCO anos e começou a agir como um completo retardado mental a partir do momento que viajou ao mundo de fantasia (viagem essa que nem sequer tentou ser explicada pelo roteiro bananada). E muito pior do que isso: se ele já existia naquele mundo, como é possível que ninguém da família dele percebeu algo de estranho? Alguma mudança de comportamento? Mas é, eu acho que estou sendo um pouco rígido de mais uma vez que a mesma família literalmente não percebeu que o moleque sumia durante dias e voltava com um monte de comidas exóticas àquela região (para ser sincero, o pai dele até percebeu da primeira vez, no entanto, o roteiro apagou esse fato da existência pois enfim, sabe como é, não podemos ter problemas no andamento da estória XDXDXD).
Pior que a família mongoloide do moleque é o seu professor: quem, tirando o roteirista do anime, fala algo como "você vai ser um mago muito mais forte que eu" no primeiro encontro com alguém? O cara literalmente nem sequer tinha visto o menino em ação direito e já falou algo assim. Mas bem como o personagem do professor é completamente subutilizado e irritante, pior que ele é o treinamento imposto por ele ao protagonista (cujo nome sequer habita nas mais profundas camadas do meu subconsciente de tão lixo que ele e seu anime são). Não somente ele não faz o menor sentido como utiliza de certos artifícios como a transferência de poder que absolutamente não fazem sentido. Então quer dizer que pelo simples fato do professor falar como a magia se realiza o moleque já vai saber conjurá-la de maneira perfeita? Que dois dias depois do início do treinamento ele literalmente se equipara aos grandes magos do mundo?
O treinamento fica pior quando chega no ponto do professor do protagonista transferir seu poder a ele. Entendam a situação: eu falo de um dos top magos do mundo e de um moleque de 5 anos. Em que planeta ele conseguiria aguentar tamanha força/passagem de energia? Em nenhum. Em nenhum, claro, à exceção desse mundo. Mas calma. Vai além.
A relação dos dois é completamente forçada e sem nenhum toque de emotividade. Contudo, o roteirista do anime acreditou, em um de seus devaneios-os quais devem ser de onde o roteirista tirou uma escrita tão porca e lixosa-, que tal relação era orgânica e que seria muito bacana colocar uma cena comovente do aluno expurgando o seu professor que, na realidade, era um morto-vivo. Lembra quando eu disse que essa merda de um morto-vivo/assombração/visão treinar os protagonistas iria pegar depois de Kimetsu? Então, a desgraça já começou a acontecer (PS: Não funciona). A cena é patética e só demonstra como o roteiro cria TUDO à força e sem NENHUM toque de sensibilidade. Quem escreveu isso aqui tem a mesma sensibilidade uma melancia em uma loja de cristais.
Logo depois do fim do seu treinamento, o roteiro jumpa 10 anos (ou algo próximo) no futuro e o protagonista basicamente se tornou o mago mais poderoso do mundo treinando por conta própria. É, nem sequer auxílio de livros ele teve. Mas é claro, para o personagem que aprendia a usar uma magia perfeitamente só pelo seu mestre falar sobre ela, não é de se espantar que ele consiga treinar sozinho e se torne o mago mais forte de todos.
Ele adentra em uma escola de aventureiros e basicamente durante um episódio temos o ápice do roteiro juvenil. Lembra quando você, garotinho de 11 anos pós término de Sword Art Online, ficava imaginando como seria ser um cara super overpower para chegar na escola e todo mundo babar seu ovo? Pois é. No caso de 8th son, o roteirista trouxe esse seu sonho de infância à tona no protagonista da história. Literalmente ele sequer mostrou qualquer tipo de habilidade e absolutamente TODOS os demais já DESISTIRAM da escola porque era muita humilhação ter alguém tão foda e picudo com elas.
Calma...
HAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHA.
Após isso, ele se junta aos seus aliados da maneira como eu já falei e o anime se torna um compilado de histórias estúpidas montadas de uma maneira cancerígena aos sentidos.
Mas antes de dar procedimento, preciso comentar de uma das cenas que mais me fizeram rir na história da animação japonesa. Sério mesmo, eu engasguei de tanto rir.
E essa é a cena do dragão de ossos.
Basicamente o nosso herói e o seu grupo de personagens clichês se junta para ir a uma cidade próxima porque o protagonista é literalmente MUITO foda para ficar na escola de aventureiros. O problema aqui, antes de falar sobre o Dragão (HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHA), é que não há nenhum sentido nos outros três largarem a escola. Eles, embora considerados muito fortes, não são nem 5% do protagonista. Os três juntos quase morriam para lobos e tiveram que ser salvos pelo protagonista. Mas é, foda-se, eles simplesmente largaram a escola de aventureiros e foram se tornar aventureiros por conta própria sendo carregados pelo protagonista.
Para irem à cidade, utilizaram o método de viagem aparentemente mais rápido do mundo que é o navio mágico, um navio que voa graças à magia. Um método muito seguro e que não apresenta riscos de, por exemplo, cair. Bom, é aí que começa a cena.
O cara responsável por levar eles nessa travessia é o professor do professor do moleque. Ele fala sobre como a viagem é segura e que somente caso aparecesse um Dragão que o navio poderia cair. E adivinha o que aparece ao fundo no exato momento. Sim, um Dragão.
Calma...
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
Eu comecei a rir de maneira quase descontrolada nesse ponto. Mas relaxa, vai ficar pior (ou melhor).
O Dragão de Caveira é uma das criaturas mais fortes existentes. Portanto, o seu visual PRECISA ser ameaçador, imponente e perigoso. O problema é que o visual dele é feito com base no pior 3D possível. Não somente destoa completamente do cenário como, por ser um 3D de qualidade abaixo da de Berserk, deixa o seu visual tudo menos amedrontador e de algo que pareça ser uma das criaturas mais fortes existentes. Os seus ataques são completamente pastelões e sequer triscam o protagonista (devo lembrá-los que era a primeira batalha do protagonista, o qual deveria ter não mais que 15 anos na cena, e justamente contra uma das criaturas mais fortes de todas). Contudo, nada é pior do que os efeitos sonoros da criatura.
Os efeitos sonoros dela, sem nenhuma brincadeira, lembram sons de batidas de cocos. BATIDAS DE COCOS.
A FEKEN CRIATURA MAIS FORTE DO PLANETA TERRA E DO MUNDO BANANADA DO PROTAGONISTA SE MOVE FAZENDO SOM DE BATIDA DE COCO
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
Eu estourei de rir nesse momento. Simplesmente os sons são de uma qualidade tão péssima que geram um efeito cômico no que é para ser uma das cenas de batalha do anime. É literalmente hilário o quão ruim esse show é.
Agora lembrem do que eu disse: nada está ruim que não possa piorar.
Abaixo da qualidade audiovisual patética e do roteiro escrito por um fugitivo da APAE, temos a direção dessa bagaça (a qual eu já dei uma palha quando comentei acima sobre os efeitos visuais e sonoros).
Em poucas palavras, ela é o pior pedaço de merda audiovisual lixoso autista aidético já contemplado pela humanidade. Os diálogos são os piores em eras: expositivos, vergonhosos e sem sentido (existem horas que o que um personagem fala LITERALMENTE NÃO SE ENCAIXA COM O QUE ESTÁ ACONTECENDO. Um exemplo disso é quando o personagem principal pergunta a um outro personagem se algo seria x Ou y. Sabem o que o outro personagem responde? Sim. ELE RESPONDEU SIM A UMA PERGUNTA DE X OU Y. QUEM ESCREVEU ESSA MERDA CARA? HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA).
Mas nenhum diálogo supera o da cena que o protagonista expurga o seu professor. Nada que eu fale vai ser suficiente para a mesquinhez dele, portanto, assista por conta própria. É no final do episódio 2. Feche seus olhos e só ouça o diálogo.
A montagem das cenas...ah, a montagem das cenas. Vocês acreditam em mim se eu falar que esse anime tem problemas na MONTAGEM das cenas e dos diálogos? Coisas do tipo: um personagem estava em certa pose e no segundo seguinte ele está com a mesma pose só que de outra maneira. Um exemplo disso: um personagem (sequer lembro qual, acho que era o protagonista) aponta para o rosto. Na cena imediatamente seguinte ele permanece na mesma posição de apontar para si mesmo, contudo, aponta para o PEITO e não para o rosto. Um outro exemplo é quando o personagem pergunta algo para uma personagem e OUTRO cara responde a pergunta. WTF?.
Outro recorrente ponto na montagem das cenas aqui é que eu tive a ligeira impressão que houveram cenas cortadas. Do tipo: tal personagem vira e pergunta "Hm, o que você disse?" sendo que ABSOLUTAMENTE NINGUÉM FALOU NADA. Ou então x personagem se refere a algo que ele havia dito quando na verdade ele nunca realmente disse tal coisa (e sequer um flashback nos é mostrado). As transições entre cenas são feitas de uma maneira abrupta e que demonstram total inabilidade da direção mesmo em seus quesitos mais básicos. O corte é feito repentinamente e de maneira tão porca que, muitas vezes, corta a FALA DA PERSONAGEM.
Calma...
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA.
Sim, é nesse ponto que a patetisse da produção desse anime chega.
E eu nem preciso tocar nos demais pontos tangentes à animação e à trilha sonora, certo?
A animação ficaria datada na década de 70 e a trilha sonora é forçada e sem graça. Aliás, sobre a animação, devo dizer que as escolhas estéticas sequer fazem sentido. O exemplo mais claro é a invocação de uma habilidade: um círculo tech aparece antes de uma skill ser conjurada. Por quê? Devo lembrá-los que esse anime se passa no feudalismo. Por que diabos tem um efeito que mais parece ter saído de Sword Art Online? A resposta é clara: porque a direção pateta não tem a menor criatividade para fazer algo além do que já foi feito infinitas vezes e caí no óbvio até mesmo nas escolhas visuais presentes no show.
As cenas de ação foram gravadas tentando cumprir o recorde mundial de cortes por segundo e não passam nenhuma sentimentalidade e emoção. Existem horas que são 3/4 cortes em questão de segundos. SÉRIO.
Veredito
Eu preciso parabenizar a produção dessa bomba por ter conseguido retirar o título de pior anime da temporada de Tower of God. Em poucas palavras: The 8th son? Are you kidding me? É o pior anime do ano (a menos que alguma produção tente copiar o feito da desse show e faça um cristal de merda como esse) e um dos piores de toda a existência da animação japonesa. Ele falha em absolutamente tudo que não aumentar a minha tolerância para animações.
E digo mais: Tower of God tem que agradecer essa abominação em formato de show por ter me feito repensar a nota que eu iria dar para ele.
Nota final: 0.
O elenco pateta e os vilões água com açúcar da série. Só para que você saiba: a garota atrás do protagonista tem 12 anos e tem cenas...meio bizarras, eu diria, ao longo do show porque os produtores acharam que seria uma boa ideia fazer isso :D
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2020.06.16 20:28 gumatera Como posso gerar leads para uma empresa de marketing digital?

Como posso gerar leads para uma empresa de marketing digital?
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Para uma pessoa se tornar lead, é preciso haver uma combinação de fatores:
  • Ela deve enxergar que ao se tornar lead, estará mais próxima de alcançar um objetivo. Ora, se você quer aprender sobre marketing digital, você estará mais propenso a baixar um ebook que ensina sobre marketing na internet, por exemplo. Neste ponto, é preciso conhecer bem seus perfil ideal de cliente, suas dores e necessidades.
  • É preciso que a sua mensagem chegue até ela. Ela não irá se tornar lead, se não "souber da sua existência". Tráfego pago, marketing de indicação e SEO funcionam bem, para este fim.
  • Quanto mais autoridade o seu negócio tiver, mais leads ele irá gerar. As pessoas preferem se relacionar com quem elas sentem mais confiança. Marketing de conteúdo, link building e influencers ajudam bem neste ponto.
  • Você pode ter a melhor oferta ou isca digital do mundo, mas se não apresentá-las com todo o seu valor, não irá converter a quantidade de leads que poderia. Invista em um bom design, user experience e Copywriting nas páginas de captura de leads.
  • A pessoa chegou a pagina de captura, demonstrou interesse e não se registrou? Avalie se vale a pena convidá-la novamente por remarketing
Por fim, garanta que, após informar seus dados de contato, o lead irá receber aquilo que ele esperava receber. Se puder, entregue além do que ele esperava e encante-o. Isso só terá efeitos positivos para o seu negócio ao longo da jornada de compra do seu cliente.
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2020.04.13 21:14 pimoElderBRAZIL conhece a seita dos Jeová? agora vão ficar ligando pra todo mundo usando números aleatórios. SE PREPAREM

pois é, amiguinhos. agora os jeova de todo brasil receberam números aleatórios separados por operadora e serão forçados a fazer isso no mínimo em base semanal.
eu sou uma pobre alma que está presa nesta desgraça de religião porque se eu renegar minha fé serei escrachado e não poderei mais ter contato com meus familiars e ABRE ASPAS amigos. uma merda ne? esse culto é perigosíssimo. eu preciso da juda dos amigos para que essa merda não tenha sucesso ou que os jeovazim introutrinado ouçam verdades ao fazer ligação pra número aleatorio. obrigado
segue a mensagem que os diretores mandaram pros pastor de cada buraco do brasil
Dicas para testemunho por telefone — celulares
O QUE É
Fazer uma ligação ou enviar uma mensagem de texto (SMS ou aplicativos de mensagens) para um número de celular. Durante o período em que a pregação pública estiver suspensa, apenas os números da Lista de Números Aleatórios de Celular devem ser usados ou números de seus contatos pessoais, parentes ou ex-estudantes.
COMO SE PREPARAR
Apresentar a verdade por meio do telefone é um método de pregação das boas novas que dá bons resultados. Prepare-se bem e participe de todo o coração. Não desanime se não houver uma reação favorável nas primeiras tentativas e se muitos telefones não existirem ou caírem na caixa postal. Ore a Jeová pedindo orientação e converse com outros que estejam usando esse emocionante método de pregação. A disposição de pregar a todos nos leva a cumprir cabalmente o nosso ministério com urgência! — Atos 10:42; Rom. 10:13, 14.
Considere: Suplemento Instruções para o Testemunho por Telefone (solicite aos anciãos); Ministério do Reino 10/09 pág. 2; 02/01 pág. 5-6.
COMO FAZER
Cada vez que forem realizar esse trabalho, façam uma breve reunião de 5 a 7 minutos. Recapitulem as informações neste documento. Concluam com uma oração para iniciar o trabalho. Essa reunião pode ser feita por videoconferência.
O que falar: Alguns publicadores experientes têm tido bons resultados em iniciar a conversa mencionando que tomaram a iniciativa de ligar para alguns números com o objetivo de transmitir uma mensagem positiva nesse momento tão difícil. Na sequência, usam uma pergunta e um texto bíblico. Se a pessoa demonstra interesse, deixam uma pergunta para a revisita, mencionam que irão enviar uma mensagem de texto com uma matéria sobre o assunto e combinam outra hora para ligar novamente.
Como falar: Para se sentir mais confiante, você pode escrever antecipadamente um rascunho de sua apresentação. Mas fale de modo natural. Use um tom de voz agradável. Fique calmo e fale devagar. Seja educado, paciente e amigável, pois essas qualidades podem ser notadas pelo telefone. Ouça, agradeça e elogie os comentários da pessoa.
Como escrever: Ao enviar mensagens de texto (SMS ou aplicativos de mensagens), publicadores experientes escrevem mensagens curtas e objetivas. Especialmente nos primeiros contatos, eles evitam escrever de um jeito muito informal e usar figurinhas (emoticons). Iniciam o texto dizendo que o objetivo da sua mensagem é transmitir algo positivo, especialmente nesta época tão difícil que estamos vivendo. Na sequência, usam uma pergunta e um texto bíblico. Se a pessoa demonstra interesse ao responder, deixam uma pergunta para a revisita, e mencionam que vão enviar outra mensagem combinando outra hora para entrar em contato. Se você decidir enviar alguma publicação, envie o link dela para a pessoa poder acessar a publicação diretamente no jw-PONTO-org. Isso permitirá que ela acesse o site e veja outros assuntos de seu interesse.
Cuidado ao dar informações pessoais: Você poderá dizer seu nome, mas não compartilhe informações pessoais, pois não sabemos com quem estamos entrando em contato. — Mat. 10:16.
Pessoas que falam outros idiomas: Se você contatar alguém que fala outro idioma e que demonstrou interesse, preencha prontamente um Queira Visitar (S-43) e entregue-o ao secretário.
Revisitas e estudos bíblicos: Cultive o interesse das pessoas interessadas e inicie estudos bíblicos com elas. Durante o período em que a pregação pública estiver suspensa, você poderá fazer revisitas e dirigir estudos com as pessoas interessadas que você contatou por meio da Lista de Números Aleatórios de Celular, mesmo que elas não morem no território da sua congregação e pode até ser que elas morem em outras cidades. Além disso, você pode convidá-las para assistir às reuniões congregacionais, se os anciãos permitirem isso e se as reuniões estiverem sendo realizadas por videoconferência.
Se uma pessoa perguntar como conseguiu o número dela: O publicador pode simplesmente dizer que ligou aleatoriamente para alguns números com o objetivo de compartilhar uma mensagem positiva e então continuar sua apresentação. Devemos reconhecer que, assim como na pregação de casa em casa, podemos encontrar pessoas que não estão dispostas a nos ouvir. — Mat. 10:13.
Problemas ao dar testemunho: Se uma pessoa ficar incomodada ou pedir para não ligar mais ou não enviar mais mensagens, o desejo dela deve ser respeitado. Anote o pedido e a data em seus registros pessoais e informe isso também aos anciãos.
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2020.03.06 03:56 altovaliriano A glorificação da guerra e o sonho de Dunk

Em uma “segunda de SSM”, eu tratei sobre uma entrevista que o jornal britânico The Guardian fez com Martin. No final do artigo, o jornalista relata que perguntou a Martin qual era sua cena favorita nos livros e recebeu uma resposta inesperada:
Com isso em mente, ele tem uma cena favorita em que sentiu a escrita realmente acertou em cheio? Eu perguntei plenamente esperando que ele mencionaria um dos momentos mais famosos, como o Casamento Vermelho, por exemplo, ou a morte chocante de Ned Stark no primeiro livro.
Houve uma longa pausa antes que a resposta surpreendente chegasse. “Lembro que houve um discurso que um septão [a versão westerosi de um padre] faz a Brienne sobre homens quebrados e como eles se quebram. Eu sempre fiquei muito satisfeito em ter escrito aquilo”.
O discurso em questão é um pesado e longo monólogo do Septão Meribald dá em O Festim dos Corvos, no 5º capítulo de Brienne. Podrick pergunta se desertores e foras-da-lei de equivalem e Brienne responde laconicamente, mas Septão Meribald dá um resposta longa sobre como os desertores são o resultado da destruição que a guerra dos nobres causa na vida dos plebeus.
A quem conhece um pouco do pensamento de GRRM, a resposta ao jornalista apenas parece refletir sua posição pessoal anti-guerra que permeia toda sua obra, desde a primeira história que vendeu profissionalmente, “O Herói”. Em As Crônicas de Gelo e Fogo, o autor expõe o tempo todo as consequências catastróficas da guerra, tanto para o lado vitorioso quanto para o perdedor.
Inclusive, existe um longo e excelente texto escrito por um expert em armas nucleares que demonstra como Martin se inspirou nestes dispositivos de destruição em massa para criar os dragões de seu mundo e todo o jogo político ao redor de quem vai dominá-los. O fato de alguém conseguir puxar tantos paralelos entre armas nucleares e dragões dá uma pista do tom antiguerra de ASOIAF, além de mostrar o quanto ser baby-boomer influencia na visão de mundo de GRRM.
Como era natural de se esperar, os contos de Dunk e Egg não escapam a este tipo de abordagem. Porém, aqui Martin preferiu manifestar o tema de forma onírica.
Em um recente tópico aqui no valiria, eu tentei explorar as razões que fizeram com que GRRM nos contasse sobre a viagem de Dunk e Egg à Dorne, quando ele parece ter mudado de ideia sobre qual seria o enredo da história sucessora de O Cavaleiro Andante.
Dentre várias razões que apontei para a manutenção da jornada dornesa nos flashbacks de Dunk, eu especulei que a história da morte de Castanha serve como mote para o sonho de Dunk, pois essa história revela como inocentes podem morrer por decisões estúpidas de seus senhores. Mas eu gostaria de acrescentar que inocentes e votos de cavaleiro também morrem quando cavaleiros põem o cumprimento dos deveres para com seus senhores acima de proteger os fracos.
Este é o sentido do sonho de Dunk, emanado do sentimento anti-guerra de Martin, conforme analisarei a seguir.

Um cavaleiro antes de uma espada juramentada

De fato, desde o primeiro treinamento dos plebeus que obedeceram ao chamado de Sor Eustace para a guerra contra a Rohanne fica claro que eles não teriam qualquer chance contra os cavaleiros da viúva.
Quando Dunk afirma que a necessidade de mandar todos a morte por um disputa tão pequena é uma escolha que não cabe a eles, Egg responde com uma alegoria à lição de Sor Arlan, de não dar nomes a cavalos para evitar sofrer quando eles morrem:
– Isso não é você nem sou eu quem vai dizer – Dunk respondeu. – É dever de todos eles ir para a guerra quando Sor Eustace os convoca... e morrer, se necessário.
– Então não devíamos ter dado nomes para eles, sor. Isso só vai tornar a dor mais difícil para nós quando morrerem.
(A Espada Juramentada)
De fato, é incrível a quantidade de parágrafos que GRRM leva descrevendo o processo de “batismo” dos camponeses que tinham nomes iguais. A princípio, eu não entendi porque Martin achou que isso era importante, até que eu comecei a decodificar o sonho de Dunk.
Essencialmente, o que aconteceu com Castanha nas areias de Dorne é o mesmo que está acontecendo em Pousoveloz antes de Dunk começar a pensar em uma saída pacífica para o impasse entre Osgrey e Webber. O sonho é a forma como Dunk, um homem de lealdade inquestionável e raciocínio lento, começa a perceber as consequências da obediência cega que tem prestado a Sor Eustace.

O Prólogo de um sonho

Antes de passarmos à análise do sonho, um pequeno parágrafo precisa ser examinado. Quando Dunk se deita para dormir, ele lembra dos eventos do torneio de Vaufreixo, especialmente das tragédias que ocorreram naquele dia:
Supostamente, estrelas cadentes traziam boa sorte, então ele pediu para Tanselle pintar uma em seu escudo. Mas Vaufreixo trouxera tudo menos sorte para ele. Antes que o torneio acabasse, ele quase perdera uma mão e um pé, e três bons homens perderam a vida. Ganhei um escudeiro, no entanto. Egg estava comigo quando deixei Vaufreixo. E essa foi a única coisa boa de tudo o que aconteceu.
Esperava que nenhuma estrela caísse naquela noite.
(A Espada Juramentada)
Estes pensamentos antes do sonho provavelmente é o que desperta a memória de Dunk e faz com que Baelor e Valarr surjam em seu sonho. Contudo, Dunk cita que três pessoas morreram naquele dia, mas Valarr não era era uma delas.
Essa distinção é importante para entendermos como o subconsciente de Dunk parece estar funcionando durante o sonho. Como veremos a seguir.

Decodificando

Vamos analisar o sonho na íntegra.
Havia montanhas vermelhas a distância e areias brancas sob seus pés. Dunk estava cavando, enfiando uma pá no solo seco e quente e jogando a fina areia branca por sobre os ombros. Estava fazendo um buraco. Um túmulo, pensou, um túmulo para a esperança. Um trio de cavaleiros dorneses estava parado observando e zombando dele em voz baixa. Mais além, comerciantes esperavam com suas mulas, carroças e trenós de areia. Queriam ir embora, mas não partiriam até que ele enterrasse Castanha. Ele não deixaria seu velho amigo para as cobras, escorpiões e cães da areia.
Aqui Martin estabelece a cena, mas eu quero comentar especificamente as partes em negrito.
Aqueles que lembrarem do que realmente aconteceu no enterro de Castanha, devem desde já estranhar os comerciantes esperando Dunk enterrar o cavalo.
Eu não entendi a parte do túmulo à esperança quando li a primeira vez. Mas agora que sabemos que Castanha está sendo usada como alegoria às vítimas das guerras caprichosas dos nobres e à lealdade cega de seus cavaleiros, seu significado fica evidente.
Dunk está pessoalmente cavando um túmulo para os mais fracos, as pessoas que um cavaleiro jura proteger. As pessoas que viram valor nele quando ele enfrentou Aerion por Tanselle. E ao virar as costas para elas, Dunk se torna um cavaleiro hipócrita, como os demais.
Quanto aos três cavaleiros dorneses, a seguir veremos que eles não são os cavaleiros dorneses que estavam com Dunk, mas Sor Arlan, Baelor Quebralanças e Valarr. Martin preferiu apresenta-los aos poucos durante o sonho, por isso suas identidades não são reveladas nesse momento.
Por outro lado, quem lembrar dos detalhes do enterro de Castanha, saberá que não foi assim que os cavaleiros dorneses se portaram.
O castrado morrera de sede, na longa travessia entre o Passo do Príncipe e Vaith, com Egg em suas costas. Suas patas dianteiras pareciam ter se dobrado sob ele e o cavalo ajoelhou, rolou de lado e morreu. Sua carcaça estava ao lado do buraco. Já estava dura. Logo começaria a feder.
Esta realmente parece ter sido a forma como Castanha morreu. Mesmo que valha a pena debater se Martin não está criando um paralelo entre a sede que matou o cavalo e a seca que levaria a morte dos plebeus, me parece que essa parte só está aí para estabelecer o pano de fundo do acontecimento.
Dunk chorava enquanto cavava, para diversão dos cavaleiros dorneses.
Água é preciosa para se desperdiçar – um deles disse. – Não devia desperdiçá-la, sor.
O outro riu e disse:
– Por que está chorando? Era só um cavalo, e bem feio.
Castanha, Dunk pensou enquanto cavava, o nome dele era Castanha, e ele me levou nas costas por anos e nunca empacou ou mordeu. O velho castrado parecia uma coisa lamentável ao lado dos corcéis de areia lustrosos que os dorneses cavalgavam, com suas cabeças elegantes, pescoços longos e crinas se agitando, mas Castanha dera tudo o que podia dar.
É notável perceber que dois dos “cavaleiros” dão mais valor a água do que a Castanha, assim como Eustace (e Rohanne) do que a vida dos plebeus. Contudo, estes “cavaleiros” montam cavalos melhores do que um velho castrado, indicando que eles são de uma estirpe acima da pequena nobreza (como veremos a seguir).
– Chorando por um castrado de costas arqueadas? – Sor Arlan disse, em sua voz de velho. – Ora, rapaz, você nunca chorou por mim, que o colocou sobre as costas dele. – Deu uma risadinha, para mostrar que não queria causar mal com a censura. – Esse é Dunk, o pateta, cabeça-dura como uma muralha de castelo.
– Ele não derrubou lágrimas por mim tampouco – disse Baelor Quebra-Lança, do túmulo. – Embora eu fosse seu príncipe, a esperança de Westeros. Os deuses nunca pretenderam que eu morresse tão jovem.
– Meu pai tinha só trinta e nove anos – lembrou o Príncipe Valarr. – Tinha tudo para ser um grande rei, o maior desde Aegon, o Dragão. – Olhou para Dunk com frios olhos azuis. – Por que os deuses o levariam e deixariam você? – O Jovem Príncipe tinha o cabelo castanho-claro do pai, mas uma mecha loura-prateada o atravessava.
Vocês estão mortos, Dunk queria gritar, vocês três estão mortos, por que não me deixam em paz? Sor Arlan morrera de um resfriado, o Príncipe Baelor, de um golpe dado pelo irmão durante o julgamento de sete de Dunk, e seu filho Valarr, durante a Grande Praga daPrimavera. Não tenho culpa por esse. Estávamos em Dorne, nem mesmo ficamos sabendo.
Sor Arlan é o terceiro cavaleiro, mas o primeiro que vimos ser revelado. Depois, Baelor e, por fim, Valarr. Isso ocorre porque foi nesta ordem que eles morreram, e é a ordem inversa de suas idades.
Enquanto a fala de Valarr é uma repetição quase idêntica do último diálogo entre Dunk e o príncipe (até mesmo as descrições), as falas de Sor Arlan e Baelor se concentram no fato de que Dunk não havia chorado a morte deles, mas agora chorava a morte de um cavalo.
A razão para isso é porque Dunk não foi responsável pelas mortes de nenhum dos três, nem mesmo a de Baelor Quebralanças (ao menos não totalmente). Mas ele foi responsável pela morte de Castanha.
No caso de Valarr, o próprio Dunk não vê culpa sua.
Sor Arlan morreu de um resfriado e os pensamentos de Dunk foram de que “ele teve uma vida longa” e “Devia estar mais perto dos sessenta do que dos cinquenta anos, e quantos homens podem dizer isso? Pelo menos vivera para ver outra primavera” (O Cavaleiro Andante). Portanto, salvo por sentimentalismo, Dunk não havia porque achar que tinha culpa na morte do velho.
Já o Príncipe Baelor entrou no Julgamento dos Setes por conta própria, sem que Dunk sequer cogitasse convidá-lo e para a total surpresa dos Targaryen na equipe dos acusadores. Então, objetivamente não há culpa real de Dunk. Ele não tinha uma escolha real.
Entretanto, mesmo que Dunk sinta-se a culpado, ele sabe que só poderia ser responsável por uma parcela. De fato, como o próprio cavaleiro admite, ele divide o fardo com Maekar: “Você o acertou com a maça, senhor, mas foi por mim que o Príncipe Baelor morreu. Então eu o matei tanto quanto o senhor” (O Cavaleiro Andante).
Contudo, Castanha morreu exclusivamente porque Dunk estava caprichosamente correndo atrás de uma mulher em uma das regiões mais inóspitas dos Sete Reinos.
– Você é louco – o velho disse para ele. – Não vamos cavar nenhum buraco para você quando se matar com essa tolice. Nas areias profundas, um homem deve estocar sua água.
Vá embora, Sor Duncan – Valarr disse. – Vá embora.
A mensagem aqui é bem direta: sacrificar os plebeus em nome do dever como espada juramentada era teimosia inútil, uma “guerra estúpida” como alegara Egg, pois ninguém realmente ligaria se ele morresse ou vivesse.
Egg o ajudava a cavar. O garoto não tinha pá, só as mãos, e a areia voltava para o túmulo tão rápido quanto eles a tiravam. Era como tentar cavar um buraco no mar. Tenho que continuar cavando, Dunk disse a si mesmo, embora suas costas e ombros doessem com o esforço. Tenho que enterrá-lo profundo o bastante para que os cães de areia não o encontrem. Tenho que...
– ... morrer? – perguntou Grande Rob, o simplório, do fundo do túmulo. Deitado ali, tão quieto e frio, com uma ferida vermelha irregular escancarando sua barriga, ele não parecia tão grande.
Dunk parou e o encarou.
– Você não está morto. Você está dormindo no porão. – Olhou para Sor Arlan, em busca de ajuda. – Diga para ele, sor – pediu. – Diga para ele sair do túmulo.
A primeira menção a Egg no sonho é como ajudante de Dunk na missão inútil, o que reflete a última discussão que teve com o escudeiro, na qual conseguiu sua obediência na base da rispidez.
Porém, no meio da tarefa, há a primeira indicação clara de que o ocorrido com Castanha serve de alegoria à situação atual, na qual Dunk está colocando inocentes em perigo ao convoca-los, treiná-los e ficar em negação sobre suas chances.
Até mesmo Sor Bennis, o Marrom, está mais desperto para isto do que Dunk. É claro que o cavaleiro marrom não queria mais trabalho, porém suas atitudes estavam mais voltadas a evitar um banho de sangue do que as tomadas por Dunk.
Com efeito, o cavaleiro não só era contrário a levar a notícia da represa a Sor Eustace, como também não se enganava quanto às chances dos camponeses que estava treinando.
Dunk estava em tamanha negação, que mesmo ao ver Grande Rob mortalmente ferido no buraco em que estava cavando, virtualmente perguntando a Dunk “Tenho que morrer?”, o cavaleiro ainda pediu auxílio a Sor Arlan, seu carinhoso mentor, aquele que lhe ensinou sobre os deveres de uma espada juramentada, que atestasse que nada de errado estava ocorrendo.
Só que não era Sor Arlan de Centarbor que estava parado perto dele, mas Sor Bennis do Escudo Marrom. O cavaleiro marrom só gargalhou.
– Dunk, pateta – disse –, destripar é algo lento, certamente. Mas nunca conheci um homem que viveu com as entranhas penduradas. – Uma espuma vermelha borbulhou em seus lábios. Ele se virou e cuspiu, e as areias brancas beberam tudo.
Buco estava parado atrás dele com uma flecha no olho, chorando lentas lágrimas vermelhas. E lá estava Wat Molhado também, a cabeça cortada quase na metade, com o velho Lem e Pate olho-vermelho e todo o resto. Todos tinham mastigado folhamarga com Bennis, Dunk pensou de início, mas então percebeu que era sangue escorrendo por suas bocas. Mortos, pensou, todos mortos, e o cavaleiro marrom zurrava.
– Sim, melhor se manter ocupado. Tem mais covas para cavar, pateta. Oito para eles, uma para mim, uma para o velho Sor Inútil e a última para seu garoto careca.
Porém, no lugar de Sor Arlan estava Sor Bennis. Isto é o sinal de que não havia lição de honra a ser aprendida, só a realidade nua e crua finalmente se mostrando a Dunk.
Todos morreriam na guerra e tudo seria absorvido e justificado por ela. Até mesmo pessoas que Dunk julgava estarem fora do alcance do conflito, como Egg.
A pá escorregou das mãos de Dunk.
– Egg – gritou –, fuja! Temos que fugir! – Mas as areias escorregavam sob seus pés. Quando o garoto tentou se precipitar para fora do buraco, tudo desmoronou. Dunk viu as areias cobrirem Egg, enterrando-o enquanto ele abria a boca para gritar. Tentou abrir caminho até o escudeiro, mas as areias erguiam-se por todos os lados, puxando-o para o túmulo, enchendo sua boca, seu nariz, seus olhos...
Apesar da alegoria, o sonho aqui mostra bem claramente que a indolência de Dunk levaria todos para dentro do túmulo que Dunk estava escavando para aqueles que morreram porque ele fechou os olhos.
A mensagem anti-guerra que parece estar subjacente aqui é a de que o cumprimento cego do dever não absolve ninguém da responsabilidade pelos mortos, e o conflito atinge a todos indiscriminadamente. E as consequências nefastas da guerra estão por todo nas terras Osgrey. Seja nas vilas ou nas amoreiras.

O epílogo de um sonho

Para finalizar, é preciso analisar o que realmente aconteceu durante o enterro de Castanha.
A primeira coisa a entender é que Dunk não chorou e não houve enterro nenhum:
Nunca chorei. Posso ter tido vontade, mas nunca chorei. Ele tentara enterrar o cavalo também, mas os dorneses não esperaram.
Porém, a lição que Dunk ouviu de um dos cavaleiros dorneses era relativa ao ciclo da vida e a aceitação de que os animais carniceiros que viriam cear da carne de Castanha estavam protegendo a sua própria prole:
– Cães de areia precisam alimentar seus filhotes – um dos cavaleiros dorneses dissera para ele enquanto o ajudava a tirar a sela e os arreios do castrado. – A carne dele vai alimentar os cães ou as areias. Em um ano, seus ossos estarão totalmente limpos. Isso é Dorne, meu amigo.
A partir desta mensagem é que Dunk, já acordado, faz uma nova reflexão sobre as eventuais mortes dos plebeus. Porém, nem mesmo nesta nova meditação Dunk é capaz de achar significado algum para que os novos soldados de Osgrey percam suas vidas:
Ao lembrar-se daquilo, Dunk não pôde deixar de se perguntar quem se alimentaria das carnes de Wat, Wat e Wat. Talvez haja peixes xadrezes no Riacho Xadrez.
Encerrada a questão no plano onírico e no plano racional, não surpreende que Dunk tenha, logo depois do treinamento, perguntando a Sor Osgrey por uma alternativa.
Uma espada juramentada deve serviço e obediência ao seu suserano, mas isso é loucura.

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2018.12.29 18:18 sorvetegatinho A causa secreta

Garcia, em pé, mirava e estalava as unhas; Fortunato, na cadeira de balanço, olhava para o teto; Maria Luísa, perto da janela, concluía um trabalho de agulha. Havia já cinco minutos que nenhum deles dizia nada. Tinham falado do dia, que estivera excelente, - de Catumbi, onde morava o casal Fortunato, e de uma casa de saúde, que adiante se explicará. Como os três personagens aqui presentes estão agora mortos e enterrados, tempo é de contar a história sem rebuço.
Tinham falado também de outra coisa, além daquelas três, coisa tão feia e grave, que não lhes deixou muito gosto para tratar do dia, do bairro e da casa de saúde. Toda a conversação a este respeito foi constrangida. Agora mesmo, os dedos de Maria Luísa parecem ainda trêmulos, ao passo que há no rosto de Garcia uma expressão de severidade, que lhe não é habitual. Em verdade, o que se passou foi de tal natureza, que para fazê-lo entender é preciso remontar à origem da situação.
Garcia tinha-se formado em medicina, no ano anterior, 1861. No de 1860, estando ainda na Escola, encontrou-se com Fortunato, pela primeira vez, à porta da Santa Casa; entrava, quando o outro saía. Fez-lhe impressão a figura; mas, ainda assim, tê-la-ia esquecido, se não fosse o segundo encontro, poucos dias depois. Morava na rua de D. Manoel. Uma de suas raras distrações era ir ao teatro de S. Januário, que ficava perto, entre essa rua e a praia; ia uma ou duas vezes por mês, e nunca achava acima de quarenta pessoas. Só os mais intrépidos ousavam estender os passos até aquele recanto da cidade. Uma noite, estando nas cadeiras, apareceu ali Fortunato, e sentou-se ao pé dele.
A peça era um dramalhão, cosido a facadas, ouriçado de imprecações e remorsos; mas Fortunato ouvia-a com singular interesse. Nos lances dolorosos, a atenção dele redobrava, os olhos iam avidamente de um personagem a outro, a tal ponto que o estudante suspeitou haver na peça reminiscências pessoais do vizinho. No fim do drama, veio uma farsa; mas Fortunato não esperou por ela e saiu; Garcia saiu atrás dele. Fortunato foi pelo beco do Cotovelo, rua de S. José, até o largo da Carioca. Ia devagar, cabisbaixo, parando às vezes, para dar uma bengalada em algum cão que dormia; o cão ficava ganindo e ele ia andando. No largo da Carioca entrou num tílburi, e seguiu para os lados da praça da Constituição. Garcia voltou para casa sem saber mais nada.
Decorreram algumas semanas. Uma noite, eram nove horas, estava em casa, quando ouviu rumor de vozes na escada; desceu logo do sótão, onde morava, ao primeiro andar, onde vivia um empregado do arsenal de guerra. Era este que alguns homens conduziam, escada acima, ensangüentado. O preto que o servia acudiu a abrir a porta; o homem gemia, as vozes eram confusas, a luz pouca. Deposto o ferido na cama, Garcia disse que era preciso chamar um médico.
Garcia olhou: era o próprio homem da Santa Casa e do teatro. Imaginou que seria parente ou amigo do ferido; mas rejeitou a suposição, desde que lhe ouvira perguntar se este tinha família ou pessoa próxima. Disse-lhe o preto que não, e ele assumiu a direção do serviço, pediu às pessoas estranhas que se retirassem, pagou aos carregadores, e deu as primeiras ordens. Sabendo que o Garcia era vizinho e estudante de medicina pediu-lhe que ficasse para ajudar o médico. Em seguida contou o que se passara.
Médico e subdelegado vieram daí a pouco; fez-se o curativo, e tomaram-se as informações. O desconhecido declarou chamar-se Fortunato Gomes da Silveira, ser capitalista, solteiro, morador em Catumbi. A ferida foi reconhecida grave. Durante o curativo ajudado pelo estudante, Fortunato serviu de criado, segurando a bacia, a vela, os panos, sem perturbar nada, olhando friamente para o ferido, que gemia muito. No fim, entendeu-se particularmente com o médico, acompanhou-o até o patamar da escada, e reiterou ao subdelegado a declaração de estar pronto a auxiliar as pesquisas da polícia. Os dois saíram, ele e o estudante ficaram no quarto.
Garcia estava atônito. Olhou para ele, viu-o sentar-se tranqüilamente, estirar as pernas, meter as mãos nas algibeiras das calças, e fitar os olhos no ferido. Os olhos eram claros, cor de chumbo, moviam-se devagar, e tinham a expressão dura, seca e fria. Cara magra e pálida; uma tira estreita de barba, por baixo do queixo, e de uma têmpora a outra, curta, ruiva e rara. Teria quarenta anos. De quando em quando, voltava-se para o estudante, e perguntava alguma coisa acerca do ferido; mas tornava logo a olhar para ele, enquanto o rapaz lhe dava a resposta. A sensação que o estudante recebia era de repulsa ao mesmo tempo que de curiosidade; não podia negar que estava assistindo a um ato de rara dedicação, e se era desinteressado como parecia, não havia mais que aceitar o coração humano como um poço de mistérios.
Fortunato saiu pouco antes de uma hora; voltou nos dias seguintes, mas a cura fez-se depressa, e, antes de concluída, desapareceu sem dizer ao obsequiado onde morava. Foi o estudante que lhe deu as indicações do nome, rua e número.
Correu a Catumbi daí a seis dias. Fortunato recebeu-o constrangido, ouviu impaciente as palavras de agradecimento, deu-lhe uma resposta enfastiada e acabou batendo com as borlas do chambre no joelho. Gouvêa, defronte dele, sentado e calado, alisava o chapéu com os dedos, levantando os olhos de quando em quando, sem achar mais nada que dizer. No fim de dez minutos, pediu licença para sair, e saiu.
O pobre-diabo saiu de lá mortificado, humilhado, mastigando a custo o desdém, forcejando por esquecê-lo, explicá-lo ou perdoá-lo, para que no coração só ficasse a memória do benefício; mas o esforço era vão. O ressentimento, hóspede novo e exclusivo, entrou e pôs fora o benefício, de tal modo que o desgraçado não teve mais que trepar à cabeça e refugiar-se ali como uma simples idéia. Foi assim que o próprio benfeitor insinuou a este homem o sentimento da ingratidão.
Tudo isso assombrou o Garcia. Este moço possuía, em gérmen, a faculdade de decifrar os homens, de decompor os caracteres, tinha o amor da análise, e sentia o regalo, que dizia ser supremo, de penetrar muitas camadas morais, até apalpar o segredo de um organismo. Picado de curiosidade, lembrou-se de ir ter com o homem de Catumbi, mas advertiu que nem recebera dele o oferecimento formal da casa. Quando menos, era-lhe preciso um pretexto, e não achou nenhum.
Tempos depois, estando já formado e morando na rua de Matacavalos, perto da do Conde, encontrou Fortunato em uma gôndola, encontrou-o ainda outras vezes, e a freqüência trouxe a familiaridade. Um dia Fortunato convidou-o a ir visitá-lo ali perto, em Catumbi.
Garcia foi lá domingo. Fortunato deu-lhe um bom jantar, bons charutos e boa palestra, em companhia da senhora, que era interessante. A figura dele não mudara; os olhos eram as mesmas chapas de estanho, duras e frias; as outras feições não eram mais atraentes que dantes. Os obséquios, porém, se não resgatavam a natureza, davam alguma compensação, e não era pouco. Maria Luísa é que possuía ambos os feitiços, pessoa e modos. Era esbelta, airosa, olhos meigos e submissos; tinha vinte e cinco anos e parecia não passar de dezenove. Garcia, à segunda vez que lá foi, percebeu que entre eles havia alguma dissonância de caracteres, pouca ou nenhuma afinidade moral, e da parte da mulher para com o marido uns modos que transcendiam o respeito e confinavam na resignação e no temor. Um dia, estando os três juntos, perguntou Garcia a Maria Luísa se tivera notícia das circunstâncias em que ele conhecera o marido.
Contou o caso da rua de D. Manoel. A moça ouviu-o espantada. Insensivelmente estendeu a mão e apertou o pulso ao marido, risonha e agradecida, como se acabasse de descobrir-lhe o coração. Fortunato sacudia os ombros, mas não ouvia com indiferença. No fim contou ele próprio a visita que o ferido lhe fez, com todos os pormenores da figura, dos gestos, das palavras atadas, dos silêncios, em suma, um estúrdio. E ria muito ao contá-la. Não era o riso da dobrez. A dobrez é evasiva e oblíqua; o riso dele era jovial e franco.
" Singular homem!" pensou Garcia.
Maria Luísa ficou desconsolada com a zombaria do marido; mas o médico restituiu-lhe a satisfação anterior, voltando a referir a dedicação deste e as suas raras qualidades de enfermeiro; tão bom enfermeiro, concluiu ele, que, se algum dia fundar uma casa de saúde, irei convidá-lo.
Garcia recusou nesse e no dia seguinte; mas a idéia tinha-se metido na cabeça ao outro, e não foi possível recuar mais. Na verdade, era uma boa estréia para ele, e podia vir a ser um bom negócio para ambos. Aceitou finalmente, daí a dias, e foi uma desilusão para Maria Luísa. Criatura nervosa e frágil, padecia só com a idéia de que o marido tivesse de viver em contato com enfermidades humanas, mas não ousou opor-se-lhe, e curvou a cabeça. O plano fez-se e cumpriu-se depressa. Verdade é que Fortunato não curou de mais nada, nem então, nem depois. Aberta a casa, foi ele o próprio administrador e chefe de enfermeiros, examinava tudo, ordenava tudo, compras e caldos, drogas e contas.
Garcia pôde então observar que a dedicação ao ferido da rua D. Manoel não era um caso fortuito, mas assentava na própria natureza deste homem. Via-o servir como nenhum dos fâmulos. Não recuava diante de nada, não conhecia moléstia aflitiva ou repelente, e estava sempre pronto para tudo, a qualquer hora do dia ou da noite. Toda a gente pasmava e aplaudia. Fortunato estudava, acompanhava as operações, e nenhum outro curava os cáusticos.
A comunhão dos interesses apertou os laços da intimidade. Garcia tornou-se familiar na casa; ali jantava quase todos os dias, ali observava a pessoa e a vida de Maria Luísa, cuja solidão moral era evidente. E a solidão como que lhe duplicava o encanto. Garcia começou a sentir que alguma coisa o agitava, quando ela aparecia, quando falava, quando trabalhava, calada, ao canto da janela, ou tocava ao piano umas músicas tristes. Manso e manso, entrou-lhe o amor no coração. Quando deu por ele, quis expeli-lo para que entre ele e Fortunato não houvesse outro laço que o da amizade; mas não pôde. Pôde apenas trancá-lo; Maria Luísa compreendeu ambas as coisas, a afeição e o silêncio, mas não se deu por achada.
No começo de outubro deu-se um incidente que desvendou ainda mais aos olhos do médico a situação da moça. Fortunato metera-se a estudar anatomia e fisiologia, e ocupava-se nas horas vagas em rasgar e envenenar gatos e cães. Como os guinchos dos animais atordoavam os doentes, mudou o laboratório para casa, e a mulher, compleição nervosa, teve de os sofrer. Um dia, porém, não podendo mais, foi ter com o médico e pediu-lhe que, como coisa sua, alcançasse do marido a cessação de tais experiências.
Maria Luísa acudiu, sorrindo:
Garcia alcançou prontamente que o outro acabasse com tais estudos. Se os foi fazer em outra parte, ninguém o soube, mas pode ser que sim. Maria Luísa agradeceu ao médico, tanto por ela como pelos animais, que não podia ver padecer. Tossia de quando em quando; Garcia perguntou-lhe se tinha alguma coisa, ela respondeu que nada.
Não deu o pulso, e retirou-se. Garcia ficou apreensivo. Cuidava, ao contrário, que ela podia ter alguma coisa, que era preciso observá-la e avisar o marido em tempo.
Dois dias depois, - exatamente o dia em que os vemos agora, - Garcia foi lá jantar. Na sala disseram-lhe que Fortunato estava no gabinete, e ele caminhou para ali; ia chegando à porta, no momento em que Maria Luísa saía aflita.
Garcia lembrou-se que na véspera ouvira ao Fortunato queixar-se de um rato, que lhe levara um papel importante; mas estava longe de esperar o que viu. Viu Fortunato sentado à mesa, que havia no centro do gabinete, e sobre a qual pusera um prato com espírito de vinho. O líquido flamejava. Entre o polegar e o índice da mão esquerda segurava um barbante, de cuja ponta pendia o rato atado pela cauda. Na direita tinha uma tesoura. No momento em que o Garcia entrou, Fortunato cortava ao rato uma das patas; em seguida desceu o infeliz até a chama, rápido, para não matá-lo, e dispôs-se a fazer o mesmo à terceira, pois já lhe havia cortado a primeira. Garcia estacou horrorizado.
E com um sorriso único, reflexo de alma satisfeita, alguma coisa que traduzia a delícia íntima das sensações supremas, Fortunato cortou a terceira pata ao rato, e fez pela terceira vez o mesmo movimento até a chama. O miserável estorcia-se, guinchando, ensangüentado, chamuscado, e não acabava de morrer. Garcia desviou os olhos, depois voltou-os novamente, e estendeu a mão para impedir que o suplício continuasse, mas não chegou a fazê-lo, porque o diabo do homem impunha medo, com toda aquela serenidade radiosa da fisionomia. Faltava cortar a última pata; Fortunato cortou-a muito devagar, acompanhando a tesoura com os olhos; a pata caiu, e ele ficou olhando para o rato meio cadáver. Ao descê-lo pela quarta vez, até a chama, deu ainda mais rapidez ao gesto, para salvar, se pudesse, alguns farrapos de vida.
Garcia, defronte, conseguia dominar a repugnância do espetáculo para fixar a cara do homem. Nem raiva, nem ódio; tão-somente um vasto prazer, quieto e profundo, como daria a outro a audição de uma bela sonata ou a vista de uma estátua divina, alguma coisa parecida com a pura sensação estética. Pareceu-lhe, e era verdade, que Fortunato havia-o inteiramente esquecido. Isto posto, não estaria fingindo, e devia ser aquilo mesmo. A chama ia morrendo, o rato podia ser que tivesse ainda um resíduo de vida, sombra de sombra; Fortunato aproveitou-o para cortar-lhe o focinho e pela última vez chegar a carne ao fogo. Afinal deixou cair o cadáver no prato, e arredou de si toda essa mistura de chamusco e sangue.
Ao levantar-se deu com o médico e teve um sobressalto. Então, mostrou-se enraivecido contra o animal, que lhe comera o papel; mas a cólera evidentemente era fingida.
"Castiga sem raiva", pensou o médico, "pela necessidade de achar uma sensação de prazer, que só a dor alheia lhe pode dar: é o segredo deste homem".
Fortunato encareceu a importância do papel, a perda que lhe trazia, perda de tempo, é certo, mas o tempo agora era-lhe preciosíssimo. Garcia ouvia só, sem dizer nada, nem lhe dar crédito. Relembrava os atos dele, graves e leves, achava a mesma explicação para todos. Era a mesma troca das teclas da sensibilidade, um diletantismo sui generis, uma redução de Calígula.
Quando Maria Luísa voltou ao gabinete, daí a pouco, o marido foi ter com ela, rindo, pegou-lhe nas mãos e falou-lhe mansamente:
E voltando-se para o médico:
Maria Luísa defendeu-se a medo, disse que era nervosa e mulher; depois foi sentar-se à janela com as suas lãs e agulhas, e os dedos ainda trêmulos, tal qual a vimos no começo desta história. Hão de lembrar-se que, depois de terem falado de outras coisas, ficaram calados os três, o marido sentado e olhando para o teto, o médico estalando as unhas. Pouco depois foram jantar; mas o jantar não foi alegre. Maria Luísa cismava e tossia; o médico indagava de si mesmo se ela não estaria exposta a algum excesso na companhia de tal homem. Era apenas possível; mas o amor trocou-lhe a possibilidade em certeza; tremeu por ela e cuidou de os vigiar.
Ela tossia, tossia, e não se passou muito tempo que a moléstia não tirasse a máscara. Era a tísica, velha dama insaciável, que chupa a vida toda, até deixar um bagaço de ossos. Fortunato recebeu a notícia como um golpe; amava deveras a mulher, a seu modo, estava acostumado com ela, custava-lhe perdê-la. Não poupou esforços, médicos, remédios, ares, todos os recursos e todos os paliativos. Mas foi tudo vão. A doença era mortal.
Nos últimos dias, em presença dos tormentos supremos da moça, a índole do marido subjugou qualquer outra afeição. Não a deixou mais; fitou o olho baço e frio naquela decomposição lenta e dolorosa da vida, bebeu uma a uma as aflições da bela criatura, agora magra e transparente, devorada de febre e minada de morte. Egoísmo aspérrimo, faminto de sensações, não lhe perdoou um só minuto de agonia, nem lhos pagou com uma só lágrima, pública ou íntima. Só quando ela expirou, é que ele ficou aturdido. Voltando a si, viu que estava outra vez só.
De noite, indo repousar uma parenta de Maria Luísa, que a ajudara a morrer, ficaram na sala Fortunato e Garcia, velando o cadáver, ambos pensativos; mas o próprio marido estava fatigado, o médico disse-lhe que repousasse um pouco.
Fortunato saiu, foi deitar-se no sofá da saleta contígua, e adormeceu logo. Vinte minutos depois acordou, quis dormir outra vez, cochilou alguns minutos, até que se levantou e voltou à sala. Caminhava nas pontas dos pés para não acordar a parenta, que dormia perto. Chegando à porta, estacou assombrado.
Garcia tinha-se chegado ao cadáver, levantara o lenço e contemplara por alguns instantes as feições defuntas. Depois, como se a morte espiritualizasse tudo, inclinou-se e beijou-a na testa. Foi nesse momento que Fortunato chegou à porta. Estacou assombrado; não podia ser o beijo da amizade, podia ser o epílogo de um livro adúltero. Não tinha ciúmes, note-se; a natureza compô-lo de maneira que lhe não deu ciúmes nem inveja, mas dera-lhe vaidade, que não é menos cativa ao ressentimento.
Olhou assombrado, mordendo os beiços.
Entretanto, Garcia inclinou-se ainda para beijar outra vez o cadáver; mas então não pôde mais. O beijo rebentou em soluços, e os olhos não puderam conter as lágrimas, que vieram em borbotões, lágrimas de amor calado, e irremediável desespero. Fortunato, à porta, onde ficara, saboreou tranqüilo essa explosão de dor moral que foi longa, muito longa, deliciosamente longa.
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2018.01.18 20:18 General_Kwanza Felisberto

Certo dia, o Felisberto resolveu comprar uma mota.
A sua escolha recaiu sobre uma Harley Davidson. Só havia um problema: os cromados.
O vendedor aconselhou-o a usar vaselina para os proteger sempre que chovesse, e assim foi: o Felisberto sempre que via chuva, lá ia ele besuntar a mota com vaselina.
À pala da mota, conheceu uma rapariga e começaram a namorar. Ela certo dia resolve convidá-lo para ir jantar lá a casa e conhecer os seus pais. E assim foi.
Chegada a hora da refeição, o pai diz:
-- Cá em casa temos uma regra: quem falar primeiro depois da refeição acabada, lava a loiça.
O Felisberto achou tudo muito estranho, mas assim fez.
No final da refeição resolveu experimentar para ver se ninguém falava mesmo e começa a beijar a namorada à descarada. Grande marmelada à mesa e ninguém se pronunciava. Resolveu ir mais longe e pegou na namorada e pô-la em cima da mesa e... pimba!
E tudo continuava calado. Não contente, pega na futura sogra e... pimba!
E ninguém dizia nada.
Nisto começa a chover. Felisberto dirige-se ao seu blusão de cabedal e saca da embalagem de vaselina.
O pai olha assustado para aquilo, e diz muito rapidamente:
-- Ok, ok, eu lavo a loiça!!...
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2016.03.26 22:59 kappabatt Não consigo ter amigas

Acho que devo ter um problema qualquer e vinha pedir opiniões sobre o assunto para ver se sou o único que reage assim.
Sou homem e desde há muito tempo que não consigo ter amigas. Pensava que era imaturidade e com a idade isto mudava, mas a verdade é que os anos passam e as minhas reacções, sentimentos e impulsos não mudam.
Quando conheço alguem novo, se for do sexo masculino, falo na boa mas na prática estou-me um bocado a cagar para a pessoa. Se for do sexo feminino, aqui a coisa complica.
Basicamente é assim:
Se a gaja for feia e desinteressante -> não me dou ao trabalho de perder tempo com ela e fica riscada
Se a gaja for feia e interessante -> até falo com ela durante uns tempos, mas como é feia e não me sinto atraido por ela, vou-me afastando com o passar do tempo e perco o contacto.
Se a gaja for gira e minimamente interessante, começo-me a aproximar dela, convidá-la para ir tomar um copo,etc. Depois podem acontecer 3 coisas:
-> Se ela me disser logo de inicio que tem namorado, eu continuo a falar com ela uns tempos mas depois vou-me afastando porque não vou conseguir sacar nada dali.
-> Se ela não tiver namorado e se me der esperanças, eu parto logo para o ataque para ver se a consigo comer. Se ela começar a comer outro gajo ou arranjar namorado no meio deste processo, eu fico completamente fodido e afasto-me para não a ver com outro e não sofrer.
-> Se ela não tiver namorado mas me disser que só me vê como amigo, eu fico como amigo. No entanto vou-me sempre metendo com ela, piadas, braço por cima, toques no cabelo e mãos etc. Mal ela arranja namorado eu fico intimidado e deixo de ter estes comportamentos, porque sinto-me estupido e posso parecer desesperado. Não gosto de ser o "amiguinho" das conversas diárias, enquanto outro gajo é que disfruta da gaja à noite. Por outro lado não gostava de ver uma namorada minha a dar confianças a um gajo qualquer. Por uma questão de respeito e desconforto por a nossa relação de amizade já não poder ser como dantes, eu afasto-me.
No final disto tudo, as unicas amigas que tenho são as namoradas ou ex-namoradas dos meus amigos, porque para mim são como se fossem homens: nunca as vou comer. Sem ser estas, não consigo ter mais amigas :/
Concluindo, estou a ser muito retrógado e infantil, ou o meu comportamento não é assim tão fora de normal?
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